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quarta-feira, 18 de novembro de 2020

QUE SAIBAMOS CONFIAR.


Que quer dizer ter fé? Na vida, em si mesmo, no outro, em algo sobrenatural? É confiar sem questionar? Nada disso, quando se trata do outro. Muito cuidado se deve ter. Hoje, mais que nunca, se deve pensar, analisar, comprovar se o que recebemos, se quem está nos contatando, age por amor. Ter confiança é também desconfiar, e checar antes de ser levado pela solicitação, pela promessa de ajuda, pela ameaça ou qualquer outro motivo usado para convencer, apressar, chantagear de que algo é verdade, é bom, é imprescindível sem comprovar, sem compreender, sem se convenceram da sinceridade, antes de verificar. Ter fé é sustentar um sentimento de amor, pelo que acredita e confia. É descobrir os que agem com “má fé”. Aceitar atitudes e orientações, crer, consumir ou comprar algo requer certeza sem se levar pela aparência, sem julgar precipitadamente, sem conhecer o intimo, ser ver o invisível, sem ouvir com o coração ponderando emoção sem prejuízo da razão.

No entanto, quando se trata de ter fé em si mesmo, vale o principio de que: “se eu deixar de confiar em mim mesmo, quem mais irá confiar?” prevalecem as máximas: “querer é poder!” “quem tem boca chega onde quiser.” 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

FÉ E CONFIANÇA

 


Qual a atitude de muitos perante as ocorrências que deixam de entender? Um dos problemas que causa enorme sofrimento é a dependência química. Um dependente na família causa enormes estragos em toda a família. Acaba com o sossego, aumenta a desconfiança e a preocupação e exige atenção continua. A grande dificuldade é reconhecer que a dependência química é doença. Pelo contrário o dependente passa a ser taxado de bandido, safado, fraco.  A benignidade, o carinho, a empatia, o acolhimento e a procura de tratamentos tão necessários, quase sempre estão ausentes. Poucos se comprometem a colaborar e o problema se agiganta em nossa sociedade. A maioria desconfia e teme. “Quantos se: “se for verdade o que está dizendo”, “se foi realmente o que aconteceu” “merece sofrer...”, “tem que pagar pelo erro”.  Para a maioria é anormal confiar, acreditar no outro. Os familiares e amigos passam a ser descrentes, desacreditam, desconfiam e se desesperam antes mesmo das ocorrências impróprias e às dificuldades, sofrem antecipadamente por medo.   

Somente o esclarecimento pode suscitar o espírito de confiança, mesmo em meio aos contratempos e estimular o apoio e a conscientização de que a melhor solução é a prevenção. Investir em educação é capaz de ir atenuando um problema tão gigantesco e complexo nos tempos atuais.

Dia da compreensão