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sexta-feira, 5 de junho de 2026

AS ROUPAS COLORIDAS PODEM ESTAR NOS DEIXANDO DOENTES. Dia Mundial do Meio Ambiente e Dia da Ecologia.

Reutilizar peças de roupas, é o projeto que mais funciona na Associação JACOMINESP. Estamos conscientes de que é um modo louvável, mas o que ocorreu para tingi-la, contamina as pessoas gerando problemas ao planeta e à saúde. Os impactos da má qualidade do tecido ou poeira nesse material pode causar em nossa saúde coceiras, erupções cutâneas e alergias, sintomas que podem estar associados às tinturas usadas. `Processar a matéria prima até tecidos altamente tecnológicos, como os que se adaptam a temperatura, que mudam de cor conforme a luz, da plantação até o final de peças em desuso é o segundo setor mais poluente do mundo, responsável por 10% das emissões de carbono e por sujar o meio ambiente com a utilização de tinturas de baixa qualidade e produtos insolúveis à base de metais pesados. O Brasil produz por ano 170 mil toneladas de resíduos têxteis e apenas 20% desse material é reciclado, segundo o Sebrae. O restante, 136 mil toneladas de roupas, acaba em lixões e aterros sanitários. O processo de fabricação de roupas utiliza uma enorme quantidade de água e mais de 8 mil produtos químicos em sua composição, sendo que a maioria deles é prejudicial à saúde. A exposição a longo prazo, desses produtos, está associada a um maior risco de problemas reprodutivos, de desenvolvimento hormonal, condições respiratórias e reações alérgicas, porque os produtos químicos liberados durante o processo de tingimento não se dissipam do tecido. Descobriu-se que o BPA, é um produto químico destruidor de hormônios presente no poliéster de roupas fabricadas por empresas esportivas. Quando a pessoa transpira, causando maior dilatação dos seus poros, facilita a absorção do componente pelo seu organismo, podendo sofrer problemas hormonais a longo prazo. “Quem busca por roupas à prova de manchas ou com acabamentos impermeabilizantes está mais do que investindo em conforto e durabilidade, mas também colocando em contato com a pele o que é chamado “corante disperso”, usado em malhas de poliéster e também em panelas antiaderentes, capaz de causar de alergias a crises graves de asma. Na década de 1970, o Congresso determinou que pijamas infantis fossem resistentes ao fogo para proteger crianças de queimaduras em caso de incêndio. Demorou sete anos para que cientistas descobrissem que o produto químico chamado tris, usado em larga escala no processo de fabricação, causava mutação e alteração genética nas crianças ao ser absorvido pela pele ou aspirado pela boca durante o sono”. Mas se ainda resta alguma dúvida, podemos completar com o pensamento do sociólogo alemão Theodor Adorno: “o capitalismo é um sistema totalitário”. Ou seja, ele não se limita apenas à economia, mas exerce uma influência profunda em todos os aspectos sociais. Dessa maneira, no final das contas, sendo você um participante ativo ou não, realmente nada o exime da indústria da moda — ou de qualquer outra. Disponível em: https://www.meiofiltrante.com.br/Noticia/111848/apenas-20-de-residuos-texteis-e-reciclado-das-170-mil-toneladas-produzidas#:~:text=A%20ind%C3%BAstria%20t%C3%AAxtil%20cresce%20a%20passos%20largos.&text=Esse%20padr%C3%A3o%20de%20consumo%2C%20por%C3%A9m,em%20lix%C3%B5es%20e%20aterros%20sanit%C3%A1rios.

terça-feira, 22 de abril de 2025

22/04: Dia da Terra

CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI, DO PAPA FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM São Francisco de Assis, recordava-nos que a nossa casa comum se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços. Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso irresponsável e do abuso dos bens que ela nos fornece. Crescemos a pensar que éramos seus proprietários e dominadores, autorizados a saqueá-la. ...vislumbra-se sintomas de doença no solo, na água, no ar e nos seres vivos. Esquecemo-nos de que nós mesmos somos terra (cf. Gn 2, 7). O nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta; o seu ar permite-nos respirar, e a sua água vivifica-nos e restaura-nos. O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, a humanidade possui a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum. A mudança é algo desejável, mas torna-se preocupante quando se transforma em deterioração do mundo e da qualidade de vida de grande parte da humanidade. Façamos uma descrição das questões que hoje nos causam inquietação com o objetivo de conscientizar e reconhecer a contribuição que cada um pode dar. Existem formas de poluição que afetam diariamente as pessoas. A exposição aos poluentes atmosféricos produz uma vasta gama de efeitos sobre a saúde e provocam milhões de mortes prematuras. Por exemplo, a inalação de elevadas quantidades de fumaça produzida pelos combustíveis utilizados para cozinhar, causada pelo transporte, pela indústria, por substâncias que acidificam o solo e a água, pelos fertilizantes, inseticidas, pesticidas, fungicidas, e agrotóxicos em geral. Na realidade a tecnologia, às vezes resolve um problema criando outros. Também a poluição produzida pelos resíduos muitos não biodegradáveis: resíduos domésticos e comerciais, detritos de demolições, resíduos clínicos, eletrônicos e industriais, resíduos tóxicos e radioativos. A terra, nossa casa, transforma-se cada vez mais num imenso depósito de lixo. Muitas vezes só se adotam medidas quando já se produziram efeitos irreversíveis na saúde das pessoas. Tais problemas estão intimamente ligados à cultura do descarte, “do jogar fora” que afeta tanto os seres humanos excluídos como as coisas que se convertem rapidamente em lixo. Ainda carecemos de adotar um modelo de produção que assegure recursos para todos e para as gerações futuras, moderando o consumo, maximizando a eficiência no seu aproveitamento, reutilizando e reciclando-os. A cultura do descarte acaba por danificar o planeta inteiro. Há consenso científico consistente do aquecimento do sistema climático. A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de mudanças de estilos de vida, de produção e de consumo, para combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou acentuam. Estudos científicos indicam que a maior parte do aquecimento global das últimas décadas é devida à alta concentração de gases com efeito de estufa (dióxido de carbono, metano, óxido de azoto, e outros) emitidos sobretudo por causa da atividade humana. O aquecimento cria um ciclo vicioso que agrava a disponibilidade de recursos essenciais como a água potável, a energia e a produção agrícola e provocará a extinção de parte da biodiversidade do planeta com graves consequências para todos nós. A falta de reações diante destes dramas é um sinal da perda do sentido de responsabilidade pelos nossos semelhantes. Muitos sintomas indicam que tais efeitos poderão ser cada vez piores. O hábito de desperdiçar e jogar fora atinge níveis que ultrapassaram certos limites máximos de exploração do planeta. O ambiente humano e o ambiente natural degradam-se em conjunto; e não podemos enfrentar adequadamente a degradação ambiental, se não prestarmos atenção às causas que têm a ver com a deterioração humana e social. Sabemos que se desperdiça aproximadamente um terço dos alimentos produzidos, e «a comida que se desperdiça é como se fosse roubada da mesa do pobre». Há demasiados interesses particulares e, com muita facilidade, o interesse econômico chega a prevalecer sobre o bem comum e manipular a informação para não ver afetados os seus projetos. «Não obstante haver acordos internacionais que proíbem a guerra química, bacteriológica e biológica, subsiste o facto de continuarem nos laboratórios as pesquisas para o desenvolvimento de novas armas ofensivas, capazes de alterar os equilíbrios naturais» Basta, porém, olhar a realidade com sinceridade, para ver que há uma grande deterioração da nossa casa comum. Situações como estas provocam os gemidos da irmã terra, que se unem aos gemidos dos abandonados do mundo, com um lamento que reclama de nós outro rumo. A esperança convida-nos a reconhecer que sempre há uma saída, sempre podemos mudar de direção, sempre podemos fazer alguma coisa para resolver os problemas. Se tivermos presente a complexidade da crise ecológica e as suas múltiplas causas, deveremos reconhecer que as soluções não podem vir duma única maneira de interpretar e transformar a realidade. É necessário recorrer também às diversas riquezas culturais dos povos, à arte e à poesia, à vida interior e à espiritualidade se quisermos, de verdade, construir uma ecologia que nos permita reparar tudo o que temos destruído, então nenhum ramo das ciências e nenhuma forma de sabedoria pode ser transcurada, nem sequer a sabedoria religiosa com a sua linguagem própria. Precisamos aprender a ter uma relação de reciprocidade responsável entre o ser humano e a natureza, somos dotados de inteligências, precisamos descobrir como respeitar as leis da natureza e os delicados equilíbrios entre os seres deste mundo. Ao mesmo tempo que podemos fazer uso responsável das coisas, somos chamados a reconhecer que os outros seres vivos têm um valor próprio. Cada criatura possui a sua bondade e perfeição próprias. Se reconhecermos o valor e a fragilidade da natureza e, ao mesmo tempo, as nossas capacidades, isto permite-nos acabar com o mito moderno do progresso material ilimitado. Quando se propõe uma visão da natureza unicamente como objeto de lucro e interesse, isso comporta graves consequências também para a sociedade. O meio ambiente é um bem coletivo, patrimônio de toda a humanidade e responsabilidade de todos. Ao conscientizar-se do dever de cuidar da natureza, também lembrar de «sobretudo proteger o homem da destruição de si mesmo. O ser humano deve respeitar a bondade própria de cada criatura, para evitar o uso desordenado das coisas pois toda a vida está em perigo. A humanidade parece estar persistente na incapacidade de viver à altura das exigências da justiça e da paz. Porém, a convicção atual é de que tudo está inter-relacionado e o cuidado autêntico da nossa própria vida e das nossas relações com a natureza é inseparável da fraternidade, da justiça e da fidelidade aos outros. Cada um de nós tem em si uma identidade pessoal, capaz de entrar em diálogo com os outros. A capacidade de reflexão, o raciocínio, a criatividade, a interpretação, a elaboração artística e outras capacidades originais manifestam uma singularidade que transcende o âmbito físico e biológico. Não podemos deixar de apreciar e agradecer os progressos alcançados especialmente na medicina, engenharia e comunicações. Como não havemos de reconhecer todos os esforços de tantos cientistas e técnicos que elaboraram alternativas para um desenvolvimento sustentável? É possível voltar a ampliar o olhar, e a liberdade humana é capaz de limitar a técnica, orientá-la e colocá-la ao serviço doutro tipo de progresso, mais saudável, mais humano, mais social, mais integral. Sempre haverá esperança!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

06/02 – Dia do Agente de Defesa Ambiental

O agente de defesa ambiental é o profissional responsável pela fiscalização e proteção do meio ambiente. Sua maior responsabilidade é garantir que as leis ambientais sejam cumpridas para que a população tenha melhor qualidade de vida, até mesmo, que a vida na Terra possa ter continuidade. Algumas de suas funções são: fiscalizar e monitorar áreas tendentes a danos ambientais, garantir o cumprimento da legislação ambiental, averiguar denúncias de Irregularidades, educar e conscientizar sobre práticas sustentáveis, avaliar o impacto ambiental de propostas de desenvolvimento e desenvolver e implementar políticas ambientais. Para exercer o cargo de Agente de Defesa Ambiental, é necessária graduação em áreas relacionadas ao meio ambiente, como Biologia, Ciências Ambientais, Ecologia, Gestão Ambiental. Porém, é tarefa de todos nós a defesa do meio ambiente! O “meio ambiente são os elementos físicos, químicos, biológicos e sociais que interagem entre si e que permitem a vida na Terra. Ele é fundamental para a manutenção da vida no planeta e, por isso, é importante preservá-lo”. Preservar é defender. Entre as ações, sobressai a reciclagem do lixo, economia de água e energia. É evidente que o planeta Terra está adoentado! Estamos evidenciando as mudanças do clima e sofrendo o impacto negativo que o ser humano está causando ao planeta. Observar as mudanças, de nada resolverá. É necessário buscar soluções. Muitos questionam: Como eu posso ajudar salvar a terra? É tarefa fácil, pequenos gestos auxiliam a preservar o meio ambiente e fazer do planeta terra um lugar melhor. Sugestões - dicas: Conserve as árvores, jamais execute podas ilegais, corte e desmatamento. Nunca queime lixo ou execute limpeza de locais com vegetação com fogo, além de poluir pode se tornar incontrolável, se espalhando. Cuide dos cursos de água. Nunca coloque ou jogue lixo em ambientes aquáticos ou fora dos locais apropriados. Preserve as matas ciliares que protege contra erosão e assoreamento. Realizar caça ilegal, pescar em épocas de reprodução e comprar animais silvestres sem registro - tráfico de animais - é crime, pois afeta a biodiversidade de uma região, podendo até mesmo levar espécies à extinção. Cuide do seu lixo. Jogar lixo no local adequado, separar o lixo reciclável, diminui a quantidade de lixo e reduz a poluição. Reaproveite, reutilize e recicle tudo que for possível. Caixas e plásticos, podem ser utilizados para acondicionar alguns objetos. Roupas podem ser doadas. Há objetos que podem virar utilitários, brinquedos ou artefatos de decoração. Diminuindo a quantidade de lixo, mais preservamos o meio ambiente. Reduza o consumo de água, crie formas de reaproveitar água, como a da máquina de lavar, da chuva, deixar de lavar calçadas com água e reduzir o tempo de banho. Diminua o consumo de energia elétrica. Desligue lâmpadas de ambientes onde são desnecessárias. Procure reduzir andar apenas de carro que poluem o meio ambiente, opte por transporte público, crie sistemas de caronas, dependendo da distância, ande de bicicleta ou a pé. Compre somente o necessário. A produção exagerada de produtos acarreta a exploração de recursos de forma descontrolada.

domingo, 1 de setembro de 2024

SEMANA DA PÁTRIA

QUERIDO BRASIL - MEU LUGAR A Semana da Pátria é ocasião para exaltarmos nossa terra e refletirmos sobre os valores que nos unem. Desde criança quando via os comentários dos adultos ou as notícias no rádio de ciclones, furacões, geadas, incêndios naturais, tempestades (gelo, granizo), maremotos, terremotos, tornados, trombas d'água, tsunamis, tufões, vulcões, sentia medo e ia logo procurar no dicionário o significado de cada um. Aí, papai dizia que nada disso acontecia no nosso querido e abençoado Brasil. Desastres naturais, podem machucar pessoas, danificar coisas e prejudicar o meio ambiente é necessário compreender o que causa estes desastres, encontrar maneiras de reduzir os danos e saber o que fazer quando eles acontecerem. A natureza pode ser muito poderosa e assustadora. No entanto, é o ser humano que está causando grande parte dessas ocorrências. “A natureza é base da existência e pede socorro. Defender o meio ambiente é proteger a vida, desestruturar a natureza é atingir a existência, prejudicá-la é fazer sofrer tudo e todos, se o planeta está ameaçado, toda a vida está. Refletir sobre a importância, sobre o valor do equilíbrio dos componentes da natureza, para uma qualidade de vida dos seres humanos é meditar sobre algo primordial. As ocorrências atuais, do desequilíbrio causado pelo mau uso que se faz no meio ambiente: a poluição do solo, da atmosfera e das águas; as habitações em lugares perigosos; são terríveis e assustadoras. ” É preciso se conscientizar de que todos somos responsáveis e que cada um de nós pode fazer a nossa parte para melhorar a vida na Terra. A liberdade humana deve ser usada com a certeza de que se encontra em nossas mãos destruí-la ou usá-la com respeito e responsabilidade. Cada parte da natureza tem sua finalidade, nenhuma é dispensável, elas se interdependem. Quando o homem molda o mundo para satisfazer os seus próprios interesses, a criação toda (não só o ser humano), o mundo inteiro fica prejudicado. É necessário a participação de todos para reverter o caos previsto. Os governantes, as instituições e as pessoas precisam ser conscientizadas das previsões catastróficas, para um futuro bem próximo, com a destruição ambiental desenfreada que vem ocorrendo Coisas simples podem ajudar: antes de jogar no lixo, imaginar de que forma o objeto pode ser reaproveitado em sua própria casa, ou doá-la para quem dela necessite, economizar água e energia, separar o lixo para que seja reciclado tudo o que for possível, evitar o desperdício, principalmente de alimentos, levar remédios, os que sobraram e os vencidos, a uma farmácia ou posto de saúde próximo. Eles saberão dar-lhes destino adequado. “Deixar terra à vista - Pontos de terra sem pavimento significam que o solo pode respirar. Chão todo pavimentado é como pele humana coberta de substância extremamente gordurosa e com todos os seus poros obstruídos. ” Aproveitar a água da chuva que pode ser armazenada em recipientes colocados na saída das calhas e usada para regar as plantas, lavar o carro ou espaços esternos. Esses recipientes devem sempre estar muito bem tampados para que não se tornem focos de mosquito da dengue; para lavar o carro usar balde em vez de mangueira; regar as plantas moderadamente nas horas mais frias do dia e em momentos com pouco vento. Muita água será evaporada ou levada antes de atingir as raízes; molhar a base das plantas, não as folhas; utilizar cobertura morta (folhas, palha) sobre a terra de canteiros e jardins. Ela diminui a perda de água; ao limpar a calçada, usar a vassoura, jamais água, para varrer a sujeira. É sempre bom, jogar um pouco de água no chão, somente para “baixar a poeira”. Para isso, você pode usar aquela água de enxágue da máquina de lavar! Apagar luzes desnecessárias. A geladeira é um dos grandes consumidores de energia elétrica em uma casa. Pode-se gastar menos instalando a geladeira e o freezer em local ventilado e longe do fogão. Verificar sempre se a vedação das portas está funcionando bem. Nunca forrar as prateleiras da geladeira com plásticos ou vidro, pois dificultam a passagem do ar gastando mais energia. Evitar produtos muito embalados e embalagens descartáveis. Toda folha de papel tem dois lados, mas muitas vezes, isto é, esquecido. Será que mesmo já presenciando os cenários apavorantes, as declarações dramáticas de comunidades inteiras atingidas pela revolta da natureza, agravada neste século, as pessoas e as instituições continuarão fazendo tão pouco? É necessário preservar o meio ambiente e como consequência proteger à vida Se cada um fizer sua parte o todo funcionará perfeitamente. Cada um é importante e ninguém poderá ser substituído. A falha de cada um refletirá no todo.

quinta-feira, 6 de junho de 2024

MEIO AMBIENTE

 

Entendemos por meio ambiente o planeta Terra e tudo que tem algum relacionamento com ele e que compõe: homem, plantas, animais, ar, água, solo e energia.

Vivemos em um momento de crise ambiental mundial, provocada pelo tratamento incorreto dado a natureza, onde as mudanças bruscas têm causado sérias alterações no ambiente natural, comprometendo a qualidade de vida e ameaçando até mesmo a sobrevivência do Planeta Terra.

Deixar de jogar lixo nas ruas, economizar água e eletricidade, evitar compras com descartáveis, reaproveitar tudo o que for possível, são formas de preservar o meio ambiente.

O desperdício é também demonstração de falta de espírito de fraternidade e de compreensão dos deveres que cada um tem em relação à comunidade em que vive, é responsabilidade individual pelas dificuldades de todos na luta pela vida.

Compete a nós enquanto cidadãos zelar qualidade do meio ambiente. Se educadores, autoridades e cada um de nós fizermos a nossa parte, com certeza teremos uma vida bem melhor.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Livreto: Era Uma Vez uma Índiazinha

Sonho com uma humanidade Sem medo do semelhante Frescor, vento natural, corações, portas e janelas abertas. Crianças na chuva brincando na enxurrada. Certeza de poder confiar e abraçar a todos. Animais, pomar, horta, lindo jardim, dálias e esperanças. Sonho com a humanidade confiando e acreditando em seu semelhante Todos livres como um passarinho https://drive.google.com/file/d/1WvTDtoO720DTB-achIU5RCyv6jS4I4ie/view?usp=sharing

quarta-feira, 14 de julho de 2021

DIA DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS 17-07

Preservar as florestas ajuda a manter o clima regular, protege a nossa existência e qualidade de vida. Afinal, são elas que nos fornecem o que necessitamos para viver, oxigênio, água e alimentos além de medicamentos. O Cerrado também é vítima do desmatamento. A data foi criada para recomendar que a salvaguarda das matas é uma obrigação de todos nós. As alterações no clima afetam a produção de alimentos e podem criar desertos. Visitando parentes no Estado do Pará pude observar muitas pastagens abandonadas e degradadas que poderiam ser reaproveitadas mas os criadores continuam abatendo as florestas justificando que derrubar é mais barato. O que podemos contribuir para manter o equilíbrio natural? Por meio dos hábitos de consumo. Ao comprar um móvel de madeira informar sobre a origem, se foram usadas árvores de fonte legal e sustentável, se foi confeccionado com madeira certificada. Outra forma é apoiar políticos que propõem medidas de preservação das florestas. Se for comprar algo que use partes de animais (ossos, peles, penas, etc.), informe sobre sua origem e a legalidade da venda. Estas atitudes contribuem para a preservação das florestas mesmo com impacto que pareça pequeno, mas se milhares repeti-la a união do pequeno se torna enorme. Todos nós dependemos da natureza.

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Dia do Engenheiro Florestal

12 de julho é dia do profissional que trabalha com tudo que é relacionado à floresta, desde ecologia, conservação de água, solo e seres, até o manejo. Na minha infância só conheci uma pequena floresta que era denominada “Capão da Onça”, tida como “mal assombrada” que muitos tinham medo de atravessá-la.
Esta é a imagem aérea do distrito de Aparecida de Goiás no município de Itapaci onde vivi dos 5 aos 15 anos. Em todas as direções haviam cursos d'água. Era bem diferente do que estou visualizando. Era toda circundada pelo que chamávamos de Campo, rico em flores e frutos. Olhando esta imagem assim dá impressão que está encravado no deserto. A destruição do bioma natural muito se perde e os principais impactos são: Destruição ambiental - Perda da biodiversidade – Os animais, microorganismos e plantas que perdem seu habitat acabam sem conseguir sobreviver e podem ser extintos. Degradação do habitat – Afeta a hidrologia, o ciclo hidrológico e clima. Chuvas podem se tornar inconsistentes e cursos d'água podem desaparecer. Seca ou excesso de chuvas podem provocar grande impacto ambiental. Alterações climáticas - transforma o microclima e o clima mundial – Reduz a produção de oxigênio e aumenta o gás carbônico (CO2) poluidor. O vapor d’água que provém das florestas é transportada por longas distâncias e, das chuvas originárias e vapor d’água depende a produção de alimentos que fica prejudicada. A poluição pode causar problemas patológicos – Ex.: doenças e problemas de pele, respiratórios, alergias, incômodos nos olhos, micose, diarreia. Impactos sociais – As pessoas ficam com menos possibilidade de desfrutar os benefícios dos recursos naturais, ocorre mais pobreza e, muitos podem ter necessidade de se mudar procurando outras regiões para conseguir seu sustento. O Engenheiro Florestal, especialmente na área ambiental é de enorme importância, principalmente, na criação e aplicação de regulamentos que contrabalancem, com, eficiência, eficácia e ética, a utilização dos biomas para preservação dos recursos naturais.

sábado, 5 de junho de 2021

EDUCAR PARA A ALIANÇA ENTRE A HUMANIDADE E O AMBIENTE

A educação ambiental deveria predispor-nos para dar este salto para o Mistério, do qual uma ética ecológica recebe o seu sentido mais profundo. Além disso, há educadores capazes de reordenar os itinerários pedagógicos duma ética ecológica, de modo que ajudem efetivamente a crescer na solidariedade, na responsabilidade e no cuidado firme na compaixão. É muito nobre assumir o dever de cuidar da criação com pequenas ações diárias, e é maravilhoso que a educação seja capaz de motivar para elas até dar forma a um estilo de vida. A educação na responsabilidade ambiental pode incentivar vários comportamentos que têm incidência direta e importante no cuidado do meio ambiente, tais como evitar o uso de plástico e papel, reduzir o consumo de água, diferenciar o lixo, cozinhar apenas aquilo que razoavelmente se poderá comer, tratar com desvelo os outros seres vivos, servir-se dos transportes públicos ou partilhar o mesmo veículo com várias pessoas, plantar árvores, apagar as luzes desnecessárias. Tudo isto faz parte duma criatividade generosa e dignificante, que põe a descoberto o melhor do ser humano. E não se pense que estes esforços são incapazes de mudar o mundo. Estas ações espalham, na sociedade, um bem que frutifica sempre para além do que é possível constatar; provocam, no seio desta terra, um bem que sempre tende a difundir-se, por vezes invisivelmente. Além disso, o exercício destes comportamentos restitui-nos o sentimento da nossa dignidade, leva-nos a uma maior profundidade existencial, permite-nos experimentar que vale a pena a nossa passagem por este mundo. Vários são os âmbitos educativos: a escola, a família, os meios de comunicação e outros. disponível em: file:///C:/Users/Nat/Desktop/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.pdf acesso em 25-11-2015

CONSUMISMO

Sabemos que é insustentável o comportamento daqueles que consomem e destroem cada vez mais, enquanto outros ainda não podem viver de acordo com a sua dignidade humana. A maior parte dos habitantes do planeta declara-se crente, e isto deveria levar as religiões a estabelecerem diálogo entre si, visando o cuidado da natureza, a defesa dos pobres, a construção duma trama de respeito e de fraternidade. A gravidade da crise ecológica obriga-nos, a todos, a pensar no bem comum e a prosseguir pelo caminho do diálogo que requer paciência, ascese e generosidade, lembrando-nos sempre que «a realidade é superior à ideia». Falta a consciência duma origem comum, duma recíproca pertença e dum futuro partilhado por todos. O mercado tende a criar um mecanismo consumista compulsivo para vender os seus produtos, as pessoas acabam por ser arrastadas pelo turbilhão das compras e gastos supérfluos. Quanto mais vazio está o coração da pessoa, tanto mais necessita de objetos para comprar, possuir e consumir. Mas nem tudo está perdido, porque os seres humanos, capazes de tocar o fundo da degradação, podem também superar-se, voltar a escolher o bem e regenerar-se, para além de qualquer condicionalismo psicológico e social que lhes seja imposto. «Comprar é sempre um ato moral, para além de econômico». Por isso, hoje, «o tema da degradação ambiental põe em questão os comportamentos de cada um de nós». «Como nunca antes na história, o destino comum obriga-nos a procurar um novo início. Que o nosso seja um tempo que se recorde pelo despertar duma nova reverência face à vida, pela firme resolução de alcançar a sustentabilidade, pela intensificação da luta em prol da justiça e da paz e pela jubilosa celebração da vida». Sempre é possível desenvolver uma nova capacidade de sair de si mesmo rumo ao outro. Sem tal capacidade, não se reconhece às outras criaturas o seu valor, não se sente interesse em cuidar de algo para os outros, não se consegue impor limites para evitar o sofrimento ou a degradação do que nos rodeia. disponível em: file:///C:/Users/Nat/Desktop/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.pdf acesso em 25-11-2015

CUIDAR DO MEIO AMBIENTE

A preocupação pelo meio ambiente, deve ser unida ao amor sincero pelos seres humanos e ao compromisso constante com os problemas da sociedade. O ser humano «já não sente a natureza como norma válida nem como um refúgio vivente, vê-a como espaço e matéria onde realizar uma obra em que se imerge completamente, sem se importar com o que possa suceder a ela». Quando, na própria realidade, não se reconhece a importância dum pobre, dum embrião humano, duma pessoa com deficiência – só para dar alguns exemplos –, dificilmente se saberá escutar os gritos da própria natureza. Se a crise ecológica é uma expressão ou uma manifestação externa da crise ética, cultural e espiritual da modernidade, não podemos iludir-nos de sanar a nossa relação com a natureza e o meio ambiente, sem curar todas as relações humanas fundamentais. Como tudo está intimamente relacionado e que os problemas atuais requerem um olhar que tenha em conta todos os aspectos da crise mundial, detenhamos agora a refletir sobre os diferentes elementos duma ecologia integral, que inclua claramente as dimensões humanas e sociais. A ecologia estuda as relações entre os organismos vivos e o meio ambiente onde se desenvolvem. Nunca é demais insistir que tudo está interligado. Quando falamos de «meio ambiente», fazemos referência também a uma particular relação: a relação entre a natureza e a sociedade que a habita. Isto impede-nos de considerar a natureza como algo separado de nós ou como uma mera moldura da nossa vida. Estamos incluídos nela, somos parte dela e compenetramo-nos. Embora não tenhamos consciência disso, dependemos desse conjunto para a nossa própria existência. Hoje, a análise dos problemas ambientais é inseparável da análise dos contextos humanos, familiares, laborais, urbanos, e da relação de cada pessoa consigo mesma, que gera um modo específico de se relacionar com os outros e com o meio ambiente. Assim como a vida e o mundo são dinâmicos, assim também o cuidado do mundo deve ser flexível e dinâmico. Os ambientes onde vivemos influem sobre a nossa maneira de ver a vida, sentir e agir. Ao mesmo tempo, no nosso quarto, na nossa casa, no nosso lugar de trabalho e no nosso bairro, usamos o ambiente para exprimir a nossa identidade. Esforçamo-nos por nos adaptar ao ambiente e, quando este aparece desordenado, caótico ou cheio de poluição visiva e acústica, o excesso de estímulos põe à prova as nossas tentativas de desenvolver uma identidade integrada e feliz. É preciso cuidar dos espaços comuns, dos marcos visuais e das estruturas urbanas que melhoram o nosso sentido de pertença, a nossa sensação de enraizamento, o nosso sentimento de «estar em casa» dentro da cidade que nos envolve e une. Aprender a aceitar o próprio corpo, a cuidar dele e a respeitar os seus significados é essencial para uma verdadeira ecologia humana. A ecologia integral é inseparável da noção de bem comum, princípio este que desempenha um papel central e unificador na ética social. A noção de bem comum engloba também as gerações futuras. Já não se pode falar de desenvolvimento sustentável sem uma solidariedade intergeneracional. Quando pensamos na situação em que se deixa o planeta às gerações futuras, entramos noutra lógica: a do dom gratuito, que recebemos e comunicamos. Se a terra nos é dada, não podemos pensar apenas a partir dum critério utilitarista de eficiência e produtividade para lucro individual. Esta é uma questão essencial de justiça, pois a terra que recebemos pertence também àqueles que hão de vir. O ritmo de consumo, desperdício e alteração do meio ambiente superou de tal maneira as possibilidades do planeta, que o estilo de vida atual – por ser insustentável – só pode desembocar em catástrofes, como, aliás, já está a acontecer periodicamente em várias regiões. A atenuação dos efeitos do desequilíbrio atual depende do que fizermos agora, sobretudo se pensarmos na responsabilidade que nos atribuirão aqueles que deverão suportar as piores consequências. Desde meados do século passado e superando muitas dificuldades, foi-se consolidando a tendência de conceber o planeta como pátria e a humanidade como povo que habita uma casa comum. A interdependência obriga-nos a pensar num único mundo, num projeto comum. É possível gerar uma maior responsabilidade, um forte sentido de comunidade, uma especial capacidade de solicitude e uma criatividade mais generosa, um amor apaixonado pela própria terra, tal como se pensa naquilo que se deixa aos filhos e netos. disponível em: file:///C:/Users/Nat/Desktop/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.pdf acesso em 25-11-2015

CUIDAR DA TERRA – NOSSA CASA COMUM

O cuidado dos ecossistemas requer uma possibilidade que se amplie para além do agora. Caso contrário testemunharemos mudanças gravíssimas de degradação ambiental trazendo sofrimentos para toda a humanidade. Toda a natureza está interligada e deve ser reconhecida e cuidada incluindo o ser humano que tem direito a viver e ser feliz e possui uma dignidade especial. É impossível deixar de considerar os efeitos da degradação ambiental, do modelo atual de desenvolvimento e da cultura do descarte sobre a vida das pessoas. Os ambientes natural e humano degradam-se em conjunto; e para enfrentar adequadamente a deterioração ambiental, deve-se dar atenção às causas da degradação humana e social, pois a verdadeira abordagem ecológica se torna uma abordagem social e deve integrar a justiça atendendo tanto o clamor da terra como as necessidades dos pobres. O desperdício de alimentos produzidos faria muita diferença na casa do pobre. É preciso conscientizarmos de que somos uma única família humana. Tudo está interligado. Nos últimos tempos maltratamos e ferimos a nossa casa comum como nunca. O ser humano é capaz de interferir positivamente. Muitos estão intervindo com ações de generosidade, solidariedade e cuidado. A esperança é de que sempre há soluções, sempre pode-se mudar de direção, e fazer algo para a solução dos problemas. Se quisermos estabelecer uma ecologia para reparar o que foi e que está sendo destruído, devemos unir todos os ramos de atividades, das ciências, todo conhecimento e sabedoria. disponível em: file:///C:/Users/Nat/Desktop/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.pdf acesso em 25-11-2015

POLUIÇÃO E SOBREVIVÊNCIA

Estamos perante um preocupante aquecimento do sistema climático. Um ciclo vicioso que agrava ainda mais a situação e que incidirá sobre a disponibilidade de recursos essenciais como a água potável, a energia e a produção agrícola das áreas mais quentes e provocará a extinção de parte da biodiversidade do planeta. Se a tendência atual se mantiver, este século poderá ser testemunha de mudanças climáticas inauditas e duma destruição sem precedentes dos ecossistemas, com graves consequências para todos nós. A falta de reações diante destes dramas é um sinal da perda do sentido de responsabilidade pelos nossos semelhantes, sobre o qual se funda toda a sociedade civil. Muitos sintomas indicam que tais efeitos poderão ser cada vez piores, se continuarmos com os modelos atuais de produção e consumo. O nível atual de consumo de água, o hábito de desperdiçar e jogar fora atinge níveis inauditos. O acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos. Uma maior escassez de água provocará o aumento do custo dos alimentos e de vários produtos que dependem do seu uso. Alguns estudos assinalaram o risco de sofrer uma aguda escassez de água dentro de poucas décadas, se não forem tomadas medidas urgentes. Anualmente, desaparecem milhares de espécies vegetais e animais, que já não poderemos conhecer, que os nossos filhos não poderão ver, perdidas para sempre. disponível em: file:///C:/Users/Nat/Desktop/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.pdf acesso em 25-11-2015

A CULTURA DO DESCARTE

A nossa casa comum se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa Mãe, que nos acolhe nos seus braços. Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso irresponsável e do abuso dos bens que Deus nela colocou. Esquecemo-nos de que nós mesmos somos terra. Nada deste mundo nos é indiferente Há necessidade de cada um se arrepender do próprio modo de maltratar o planeta, porque «todos, na medida em que causamos pequenos danos ecológicos», somos chamados a reconhecer «a nossa contribuição – pequena ou grande – para a desfiguração e destruição do ambiente». «Quando os seres humanos destroem a biodiversidade...; quando comprometem a integridade da terra e contribuem para a mudança climática, desnudando a terra das suas florestas naturais ou destruindo as suas zonas úmidas; quando contaminam as águas, o solo, o ar... tudo é «um crime contra a natureza é um crime contra nós mesmos...». Se nos aproximarmos da natureza e do meio ambiente sem abertura para a admiração e o encanto, se deixarmos de falar a língua da fraternidade e da beleza na nossa relação com o mundo, então as nossas atitudes serão as do dominador, do consumidor ou de um mero explorador dos recursos naturais, incapaz de pôr um limite aos seus interesses imediatos. Pelo contrário, se nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe, então brotarão de modo espontâneo a sobriedade e a solicitude. O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar. A humanidade possui ainda a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum. Desejo agradecer, encorajar e manifestar apreço a quantos, nos mais variados sectores da atividade humana, estão a trabalhar para garantir a proteção da casa que partilhamos. Uma especial gratidão é devida àqueles que lutam, com vigor, por resolver as dramáticas consequências da degradação ambiental na vida dos mais pobres do mundo. Os jovens exigem de nós uma mudança; interrogam-se como se pode pretender construir um futuro melhor, sem pensar na crise do meio ambiente e nos sofrimentos dos excluídos. Lanço um convite urgente a renovar o diálogo sobre a maneira como estamos a construir o futuro do planeta. O desafio ambiental, que vivemos, e as suas raízes humanas dizem respeito e têm impacto sobre todos nós. «são necessários os talentos e o envolvimento de todos para reparar o dano causado pelos humanos...». Todos podemos colaborar, cada um a partir da sua cultura, experiência, iniciativas e capacidades. Poderemos assim propor uma ecologia que, nas suas várias dimensões, integre o lugar específico que o ser humano ocupa neste mundo e as suas relações com a realidade que o rodeia. Exemplo: a relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta, a convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo, o convite a procurar outras maneiras de entender a economia e o progresso, o valor próprio de cada criatura, o sentido humano da ecologia, a necessidade de debates sinceros e honestos, a cultura do descarte e a proposta dum novo estilo de vida. A mudança é algo desejável, mas torna-se preocupante quando se transforma em deterioração do mundo e da qualidade de vida de grande parte da humanidade. A terra, nossa casa, parece transformar-se cada vez mais num imenso depósito de lixo. Estes problemas estão intimamente ligados à cultura do descarte, que afeta tanto os seres humanos excluídos como as coisas que se convertem rapidamente em lixo a cultura do descarte que acaba por danificar o planeta inteiro. Fragmentos da CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI’ DO PAPA FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

sexta-feira, 4 de junho de 2021

POLUIÇÃO

Para onde levam o lixo? O que acontece com ele? Será que a água potável é infinita? Onde é o fora se a terra é a nossa casa? ... Basta pensarmos um pouco para perceber que o ser humano é gravemente afetado pelas poluições. Poluição atmosférica: contaminação por resíduos ou produtos gasosos, sólidos ou líquidos, nocivos à saúde humana, danosos em plantas, reduz a visibilidade e produz odores desagradáveis, destrói a camada de ozônio que tem a função de proteger os seres vivos contra as radiações ultravioletas do Sol que “invadiram” a terra provocando cancros de pele, cegueira, podendo afetar o sistema imunitário com possibilidade de falta de resistência a viroses. Também podem ocorrer chuvas com ácido sulfúrico que destroem florestas e mata seres vivos poluindo as águas dos rios, lagos e mares. A acumulação de lixo no solo polui as águas subterrâneas. O lixo nas margens polui as águas. O lixo urbano contribui para este tipo de poluição além de facilitar o aumento de ratos, moscas, micróbios patogênico e seres transmissores de doenças infecciosas.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

MEIO AMBIENTE É A VIDA

A Gaia está em perigo, para viver precisa dos seres vivos que estão todos ameaçados pela destruição causada pelo nobre ser pensante. Escolher a vida está longe de ser opção que pode ser rejeitada. A Gaia está em perigo, para viver precisa dos seres vivos que estão todos ameaçados pela destruição causada pelo nobre ser pensante. Para escolher é necessário ter opções. Porém, muitos são obrigados a viver sem vida, existem, estão na exclusão, na miséria, com fome, sem o direito a uma vida plena. Assim, a primeira necessidade de defesa e a da vida do pobre para que tenha dignidade humana e acesso a uma boa formação da sua consciência e personalidade e para que possa escolher a vida, fazendo opções no dia-a-dia da existência que promovam a preservação da natureza e da vida para si e para o outro. Para a maioria, quando se fala em poluidor, só se pensa nos empresários porém há inúmeras formas, vistas pelas pessoas como insignificantes, que agridem o Meio Ambiente. No simples ato de um papel jogado na via pública, a ponta de cigarro atirada ao matagal a provocar incêndios, às vezes de grandes proporções. Parar de jogar lixo nas ruas e locais inadequados, economizar água e eletricidade, evitar acidentes, evitar o desperdício: reduzir, reaproveitar, reutilizar, também são formas de resguardar o meio ambiente que é a própria vida.

MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA

Meio ambiente e ecologia estão fortemente relacionados, pois ecologia estuda a interação dos seres vivos com o meio em que vivem. Inicialmente a ecologia se limitou sobre o habitat dos seres irracionais sem a interação do ser humano, posteriormente por entender que é necessário estudar o ambiente incluindo-se toda e qualquer relação de interação, por mínima que seja, entre a natureza e o homem, este foi inserido no estudo da ecologia o que significa que nem todos os ecossistemas são naturais havendo, inclusive, referências como “ecossistemas naturais” e “ecossistemas sociais”. Se temos uma consciência ecológica intensa, e entendemos que somos componente do encadeamento da vida então estaremos predispostos a cuidar do conglomerada da natureza e, de maneira especial, de todos os seres humanos, de todas as classes, sejam quais forem as condições econômicas ou sociais, de todos os locais ou nacionalidades, quaisquer crenças, sem se importar a raça ou orientação sexual.

terça-feira, 1 de junho de 2021

Ecologia

Ecologia, “eco" (oikos), que pode significar casa e "logos" que quer dizer "saber". A Terra é nossa moradia comum e resguardar este lar, que é de todos os filhos de nosso Planeta, para as atuais e futuras gerações é a nossa empreitada mais valiosa. No entanto, sustentabilidade não é uma teoria econômica ou um tratado político. Sustentabilidade é uma filosofia de vida, pela qual, basicamente, devemos cuidar bem de nosso presente para que as gerações futuras tenham também a possibilidade de usufruir dos avanços tecnológicos e das dádivas da natureza. É um modelo de atuação em que todos ganham: as pessoas, as empresas, a sociedade e o meio ambiente A ecologia intensa requer além de uma transformação de nossas percepções e modos de raciocinar, igualmente necessita uma modificação apropriada em nossos valores e atuações. Nota-se as diferenças de pensamento e tratamento ambiental através dos tempos com a preocupação cada vez maior com o planeta terra que está sendo destruído gradativamente pela humanidade e, conhecê-la e analisar os efeitos do seu uso desordenado é o primeiro passo para que todos e cada um faça sua parte na busca de deter a desestruturação e destruição ambiental gradativa que vem ocorrendo. Qual a fonte de vida para a humanidade? Todos sabem que é o ecossistema, ou seja, a terra casa onde vivemos. Nem é preciso ser especialista em geografia, história, exegese. Por mais simples que seja o ser humano, por mais dura e pobre que seja sua condição, todos são capazes de perceber, a partir da realidade o estreito relacionamento entre toda a natureza, incluindo o ser humano. Somos a natureza, dela fazemos parte e nela estamos. Desmantelá-la sem hesitar nem refletir é atingir a existência, feri-la é causar sofrimento a todos e a tudo, devastá-la é extinguir a vida.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

ÁGUA O MAIS PRECIOSO DOS RECURSOS NATURAIS

A questão da exploração dos recursos naturais, a responsabilidade perante as gerações vindouras, a similaridade entre ecologia e importância da vida, são alguns dos assuntos em voga dos profissionais de áreas afins, e tem mais do que razão, pois se a humanidade continuar no ritmo atual, certamente, irá causar muito sofrimento em futuro próximo, caminhando rapidamente para destruir a vida na terra.

E, dentre todos, sem dúvida é a água a mais importante, água é vida, a vida depende da água. Morre-se mais rapidamente sem água que sem comida. O homem pode ficar até vinte e oito dias sem comer, mas, sem água apenas três. Existe uma curiosa coincidência entre a quantidade de água que existe no planeta e no corpo humano: 70%. A vida do planeta e a nossa dependem da água. A humanidade é dependente da água.

Porém a água da força energética do ser humano, da sua capacidade para solucionar os problemas e sanar as males, assim como a conexão entre água e vida, resolve qualquer situação.  Aquele que beber desta água, ela fará nele uma fonte de água que jorra alegria e paz perene.

No entanto, é preciso ter sede para buscar o manancial. Se alguém tem sede, procura a fonte para beber. Esta água é o conhecimento, sua ação age e gera no coração humano uma união ao saber a conexão com o todo e o faz membro da família feliz, das pessoas que vivem sabendo da vinculação de tudo.

A água na natureza gera vida nova e produz frutos, a água do saber gera a vida e os frutos são: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e autodomínio. Livra-nos do egoísmo.

 

PORQUE ECONOMIZAR ÁGUA

 

Água, um assunto de evidente importância para todos. “Água, fonte de vida”. Nem todos se dão conta de que água é sinônimo de existência e tem tudo a ver com “Economia e Vida”, com cidadania, ação social e com fé.  Ainda bem que muitos estão se engajando nesta luta.

Desde algum tempo o alerta foi lançado: o ciclo de renovação da água está deixando de ser estável. A regeneração natural do precioso líquido está se tornando cada vez mais difícil pelo aumento do consumo e pela altíssima poluição. Se o ser humano nada fizer as consequências serão drásticas. É necessária e urgente a conscientização da responsabilidade individual e grupal na preservação de tão preciosa dádiva. As fontes de água estão sendo poluídas desde as nascentes como consequência da falta de conscientização e muitas vezes da exploração gananciosa.

No entanto, conscientização é mais do que saber o que se passa ao seu redor, é ser capaz de participar, de integrar-se na luta por algo ao invés de somente conhecer uma realidade.

A questão da preservação da água é urgentíssima, está estreitamente ligada a vida e milhões já sofrem pela escassez ou falta dela. Muitos grupos que estão lucrando com a água possuem uma máxima diabólica “haja lucro, e pereça o mundo”. No entanto, a responsabilidade individual também é vital. É necessário convocar a todos, para se engajar na defesa da água. Assim fazendo, nos colocamos “de verdade”, em defesa da vida.

Dia da compreensão