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domingo, 15 de junho de 2025

15/06: Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa

• Todos nós temos duas sinas nesta vida, tornar-se uma pessoa Idosa: 60 a 74 anos; ancião/anciã: 75 a 90 anos; · Velhice extrema: 90 anos, ou morrer antes disso. • Milhões de pessoas idosas sofrem algum tipo de violência (abandono, financeira, física, psicológica, negligência), cometida por familiares, cuidadores ou outras pessoas o que afeta a saúde física e mental, o bem-estar. Abandonar é quando a pessoa idosa é deixada sem assistência. Violência Financeira é roubar-lhe dinheiro ou bens. Quando é agredido (bater, empurrar e outros) é Violência Física. Se a pessoa idosa for ameaçada, humilhada, isolada ou intimidada é Violência Psicológica. • A Falta de cuidados básicos: alimentação, higiene ou cuidados médicos levam a doenças ou sofrimentos como infecções, problemas respiratórios e cardíacos, depressão, ansiedade, medo, isolamento, baixa autoestima e até suicídio. O Brasil possui um sistema de proteção aos idosos, com normas e instituições que ajudam a combater a violência. • O Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) protege os direitos dos idosos e estabelece punições para crimes contra eles. É importante que as pessoas idosas e seus familiares busquem ajuda em caso de violência. Existem muitas formas de denunciar: • Denúncias anônimas de violações de direitos humanos, incluindo maus-tratos contra idosos. Disque 100. • Polícia Civil: registrar o caso em Delegacias. • Sistema Único de Saúde (SUS): em unidade de saúde registra-se e recebe apoio. • Disque Direitos Humanos: Linha 100 para denúncias de violações de direitos humanos. • Delegacia Especializada: Denúncias de crimes contra a pessoa idosa. • A violência contra idosos afeta pessoas de todas as classes sociais. • Muitos casos de violência ocorrem dentro de casa, o que dificulta a identificação e o combate.

sábado, 1 de outubro de 2022

DIA INTERNACIONAL DO IDOSO

Primeiro de outubro, dia Internacional do idoso. Essa data faz referência ao dia da aprovação do Estatuto do Idoso, em 2003. “Ser idoso é acumular experiências e sabedorias que devem ser compartilhadas! ” Será que é o pensamento dominante? A seguinte fábula constava em um dos meus livros do Ensino Fundamental. O velho, o menino, o burro Um velho e um menino seguiam pela estrada montados em um burro. Quando se aproximaram de uma vila, um andarilho, indignado, gritou: – Que absurdo! Duas pessoas montadas num pobre burro. Ao ouvir aquilo, o velho pediu ao menino para apear e continuar a viagem a pé, para suavizar o peso carregado pelo burro. Ao entrar na vila, um grupo de lavadeiras censuraram – onde já se viu o velho montar o burro e deixar uma criança andando! Então, o velho trocou de lugar com o menino. Por fim, passando pela praça, um grupo de bêbados retrucaram: que indecente um burro magro e fraco ter de levar um menino forte e saudável! Aí o velho pensou que a única forma seria carregarem o animal nas costas. Nem adianta ser maria-vai-com-as-outras ou querer agradar a todos. Precisamos de informações para tomar nossas próprias decisões e muitos acreditam que idosos estão desatualizados. Já presenciei ei e até vivenciei provas disso, principalmente nos ônibus coletivos. Para evitar demora na entrada das pessoas, resolvi ir logo para a porta, para sair do ônibus. O motorista, rispidamente, falou: - Por que levantou, fique sentada e só levante depois que o ônibus parar. Velhos são desequilibrados e podem cair. De outra feita resolvi então, ficar sentada. Quando o ônibus parou o motorista bradou: - Quer mesmo atrapalhar né? Deveria ter vindo logo para a porta para descer rápido sem bloquear a entrada dos novos passageiros! Infelizmente a maioria dos meus pesadelos são com as peripécias ao viajar de ônibus. Um dos privilégios da minha existência foi chegar a idade que sou denominada idosa. Ser idosa é sentir a paz de um caminho por ter me esforçado para dar o meu melhor. É um período peculiar e único da minha existência. Embora, o vigor de antes está se esvaindo tento focar no positivo que a vida me trouxe. Continuo sendo uma adolescente, só que reciclada.

Dia do Cérebro