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quinta-feira, 27 de abril de 2023

BIOLOGIA DA CRENÇA

No último texto revisamos sinais que a biologia da crença pode ser verdadeira, neste texto vamos revisar o outro lado, ou seja o que falta para que a teria tenha todo sentido. A biologia da crença é uma teoria que afirma que nossas crenças e pensamentos podem afetar a biologia do nosso corpo. Embora alguns defensores desta teoria argumentem que ela é suportada por evidências científicas, há muitas indicações de que a biologia da crença é falsa. Primeiro, a biologia da crença baseia-se em uma interpretação errônea de dados científicos. Por exemplo, estudos que mostram que o estresse pode afetar a saúde do corpo são frequentemente citados como evidência para a biologia da crença, mas isso não significa que nossos pensamentos e crenças podem afetar diretamente nossas células e órgãos. Além disso, a biologia da crença não considera o suficiente o papel importante dos fatores genéticos e ambientais na nossa saúde. Embora nossos pensamentos e emoções possam influenciar nossa saúde, elas não são os únicos fatores que determinam nossa biologia. Outro problema com a biologia da crença é que ela tende a promover a desinformação. Muitas vezes, os defensores desta teoria apresentam argumentos baseados em evidências anedóticas ou em estudos mal projetados, o que pode levar as pessoas a adotarem crenças e práticas que são potencialmente perigosas para a saúde. Pode existir um risco com a biologia da crença de "cura rápida" ou "milagrosa" para a saúde e que pode levar as pessoas a ignorarem tratamentos médicos comprovados e eficazes. Por outro lado, quem já teve algum tipo de depressão profunda sabe o valor de ter motivação. Assim, se sua fé está na biologia da crença ou em Deus e isso te motiva a seguir e lutar parece ser muito importante. Em resumo, ainda que o pensamento possa ajudar à saúde de forma que ainda não compreendemos completamente, não temos suficiente prova e controle para indicarmos essa proposta como principal forma de promover a saúde. É possível que no futuro possamos estudar e entender mais como aplicar de forma prática o pensamento para a saúde, no momento parece importante considerar a motivação individual o comportamento, alimentação e fatores tóxicos do ambiente. Gabriel de Siqueira Brito

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

QUE QUER DIZER TER FÉ?

 

Ter fé é ter confiança e firme convicção de que algo é verdade, sem prova, antes de ver. É sustentar um sentimento de amor, pelo que acredita e confia. É o remédio dentro de nós. O ser humano tem capacidade natural para restabelecimento da saúde, nosso coração tem habilidade natural para amar a si mesmo. Ser amado e amar são ingredientes secretos, a energia do amor e da gratidão restauram tudo. Quem ama e agradece entra na frequência universal de cura. Liberar o trauma, a raiva, o ressentimento, a angústia, as emoções reprimidas. Se conectar com a respiração, acalmá-la, abranda o coração, reduz sua frequência é possível chegar à paz profunda, submergir em um oceano de tranquilidade. É um procedimento interior que se une e ilumina e guia como um farol. O ser humano com fé tem mais poder do que imagina, encontra motivos para viver, sente que a vida tem uma finalidade. Fé é uma energia poderosa que abarca até a energia dos que deixam de acreditar. O corpo confia no que concebe a mente e a obedece. Determinação é algo mental, emocional, que tem efeito benéfico. A empatia é uma das coisas mais importantes para o crescimento pessoal. Sorrir libera bons hormônios. O cérebro é incapaz de distinguir se a gente está pensando que está fazendo ou está verdadeiramente fazendo. Se o foco for à saúde é o bem estar que ocorre.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

FÉ E CONFIANÇA

 


Qual a atitude de muitos perante as ocorrências que deixam de entender? Um dos problemas que causa enorme sofrimento é a dependência química. Um dependente na família causa enormes estragos em toda a família. Acaba com o sossego, aumenta a desconfiança e a preocupação e exige atenção continua. A grande dificuldade é reconhecer que a dependência química é doença. Pelo contrário o dependente passa a ser taxado de bandido, safado, fraco.  A benignidade, o carinho, a empatia, o acolhimento e a procura de tratamentos tão necessários, quase sempre estão ausentes. Poucos se comprometem a colaborar e o problema se agiganta em nossa sociedade. A maioria desconfia e teme. “Quantos se: “se for verdade o que está dizendo”, “se foi realmente o que aconteceu” “merece sofrer...”, “tem que pagar pelo erro”.  Para a maioria é anormal confiar, acreditar no outro. Os familiares e amigos passam a ser descrentes, desacreditam, desconfiam e se desesperam antes mesmo das ocorrências impróprias e às dificuldades, sofrem antecipadamente por medo.   

Somente o esclarecimento pode suscitar o espírito de confiança, mesmo em meio aos contratempos e estimular o apoio e a conscientização de que a melhor solução é a prevenção. Investir em educação é capaz de ir atenuando um problema tão gigantesco e complexo nos tempos atuais.

Dia do Cérebro