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terça-feira, 3 de dezembro de 2024

DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

“A lei define que pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo (pelo menos 2 anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. ” Algumas doenças que foram incluídas, ultimamente, como deficiência: Fibromialgia, (doença crônica que causa dor generalizada e persistente em todo o corpo. É causada por uma alteração no Sistema Nervoso Central (SNC), que faz com que o cérebro interprete os estímulos do corpo como dor. Outros sintomas: fadiga, sono não reparador, alterações de memória e concentração, depressão, ansiedade, formigamentos, dores de cabeça, tontura e alterações intestinais. Sem causa conhecida. Diagnóstico feito por exclusão) e Visão monocular (acuidade visual, igual ou inferior a 0,20 em um dos olhos. Provoca dificuldades como noções de distância, profundidade e espaço, o que prejudica a coordenação motora e, consequentemente, o equilíbrio). Acima e além das potencialidades está a igualdade de sermos cidadãos. A cidadania da pessoa deficiente começa pela integração, pela inclusão. Alguns dos problemas enfrentados pelas pessoas com deficiência são: preconceito e discriminação. A pior deficiência é a moral, inexiste prótese para caráter amputado. O melhor reconhecimento de um povo é o respeito à excepcionalidade. Deficiências – Mário Quintana “Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. “Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui. “Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. “Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. “Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. “Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. “Diabético” é quem não consegue ser doce. “Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois “Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus. “A amizade é um amor que nunca morre. ”

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

INCLUSÃO – O MELHOR CAMINHO

 


É inegável que o melhor caminho para o deficiente é a inclusão. Esta atitude também contribui para a transformação do preconceito em respeito.

Como o primeiro passo, para se concretizar uma inclusão, que não ocorre como passe de mágica, deve ser trabalhado com todos da escola e mais especificamente com a turma que o deficiente fará parte, iniciando-se com uma conversa de uma forma “verdadeira” e sem preconceitos pois é muito importante que adquiram consciência sobre a existência de crianças diferentes e aprendam a conviver e aprender com elas e a ajudá-las sem preconceito ou piedade. Assim, o recém-chegado se sente, imediatamente, incluído e aceito no grupo. Consegue-se assim, desmistificar o acontecimento tornando-o normal e natural.

Assim agindo a escola estará demonstrando que o ideal da inclusão, na prática é possível: todas as crianças e todos os seres humanos devem construir o conhecimento, compartilhando e vivenciando as dificuldades e os sucessos, juntas, independente de suas diferenças.

Para que tal possa, realmente acontecer, conforme proposto, a administração e os educadores devem buscar a maior gama possível de informações, conversando, lendo, participando de eventos, perguntando. Mesmo que não sejam psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos, psiquiatras, neurologistas, ou outros profissionais especializados, qualquer um pode muito fazer e é claro buscando sempre a ajuda daqueles. O papel do professor é decisivo, é preciso determinação e coragem para enfrentar o desafio.

Nada há mais gratificando do que perceber que o estudante com alguma dificuldade, sempre supera nossas expectativas, entendendo que na vida se assumem riscos, cometem-se erros, relaciona-se com outras pessoas, divide-se. É espantoso como a presença de um diferente desperta, no grupo, o aprendizado cooperativo!

É inegável que se trata de uma das missões mais difíceis que exige coragem, porém, é compensada pela imensidão dos momentos alegres, compartilhados, quando o educando e sua família sentem-se aceitos e respeitados, demonstrando alegria e gratidão a escola.

Precisamos formar uma corrente com o compromisso ético de melhoria da qualidade de vida sem restrições, restabelecendo o direito a igualdade e o respeito às diferenças, para que todos, indistintamente, possamos enfrentar a inevitável competitividade.

Segundo depoimentos das famílias a oportunidade que as escolas oferecem, trazem mudanças significativas para elas e, tenho certeza, de que a riqueza da experiência para a escola é imensa e inestimável, pois a inclusão acontece também na vida, no coração.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

INCLUSÃO UM CAMINHO DE SOLIDARIEDADE INCLUSÃO UM CAMINHO DE SOLIDARIEDADE



Inclusão é um processo educacional que visa aproveitar ao máximo a capacidade do educando deficiente, pelo atendimento em escolas e classes regulares. Os que excluem os outros estão excluindo a si mesmos.

Só existe cidadania plena se todos tiverem os mesmos direitos educacionais, assim, Inclusão é uma forma natural de agir para garantir que todos tenham os mesmos direitos. A inclusão é tendência irreversível em todo o mundo no campo educacional. Os educandos deficientes encontram na escola, quando incluídos, em classes “regulares” oportunidade de, com a convivência, ampliar os horizontes escolares e sociais para todos e descobrirem seus potenciais tornando-se produtivos.

Partimos do pressuposto que todo ser humano apresenta talentos e competências a serem desenvolvidas e estimuladas pela educação e, toda mente humana possui um potencial criativo, que necessita ser despertado por influências externas e condições propícias que o motive, entusiasme e faça com que tenha autoconfiança para construir sua imagem como alguém capaz.

Na Constituição da República Federativa do Brasil, Capítulo II, Seção I, art. 205 “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada coma colaboração da sociedade...” no qual já estariam incluídos os educandos com necessidades especiais. Além disso, o art. 208, inciso III, assegura o “...atendimento educacional especializado aos portadores? de deficiência, preferencialmente, na rede regular de ensino.”

A Lei atual de Diretrizes e Bases da Educação, no. 9.394, de 20/12/96 e Resoluções dos Conselhos de Educação, sintonizadas com as tendências mundiais, determinam que a educação especial passe a ser oferecida na rede regular de ensino e estabelece a criação de serviços de apoio especializados, nas escolas regulares, para o atendimento das peculiaridades de cada educando, bem como prescreve organização curricular específica, métodos, técnicas e recursos adequados aos “excepcionais”.

Além do mais há Leis em apoio aos diferentes e sua integração social, e que definem o preconceito como crime e como tal nenhuma escola pode recusar o acesso de crianças com deficiência à instituição de ensino.

Nos anos 70, do Século XX, uma política de educação especial foi se delineando. Em 1990, na Conferência Mundial Sobre Educação para Todos, foram lançadas as sementes da educação inclusiva significando a inserção da pessoa deficiente com a aceitação das diferenças individuais, valorização de cada pessoa, convivência dentro da diversidade humana e aprendizagem por meio da cooperação. Assim, é urgente e necessário a modificação da sociedade e, sobretudo das instituições educacionais, com aceitação do deficiente, com limitações quer sejam físicas, sensoriais, neurológicas ou mentais, para que tenham maior oportunidade de desenvolver-se e exercer plenamente sua cidadania.

Segundo relatório da ONU, todos se beneficiam com a inclusão.

Quanto aos educandos “normais”:

§  Têm acesso a uma ampla gama de papéis sociais;

§  Perdem o medo e o preconceito em relação ao diferente; desenvolvem a cooperação e a tolerância;

§  Adquirem grande senso de responsabilidade e melhoram o rendimento escolar;

§  São mais bem preparados para a vida assimilando que as pessoas, as famílias e os espaços sociais são heterogêneos e que as diferenças são enriquecedoras para o ser humano.  

Quanto ao educando deficiente:

§  Aprendem a gostar da diversidade;

§  Adquirem experiências diretas com as capacidades humanas;

§  Demonstram crescente responsabilidade e melhor aprendizagem através do grupo;

§  Ficam mais bem preparados para a vida em uma sociedade diversificada: entendem que são diferentes, mas não inferiores.

No mundo atual a rapidez dos acontecimentos e das informações nos mostra que a terra é de todos independentes das condições ou capacidades individuais. Nestes novos tempos, os direitos humanos exigem uma reorganização do sistema educacional, no sentido de ampliar e melhorar o acesso daqueles que muitas vezes ficam a margem do processo educativo. Para que tal ocorra é necessário mudar as atitudes e envolver toda a comunidade.

È primordial que haja conscientização, pois todo processo de mudança só obterá resultados se ocorrerem dentro de cada envolvido. Precisamos formar uma “REDE” com o compromisso ético de melhoria da qualidade de vida sem restrições, restabelecendo o direito a igualdade e o respeito às diferenças, para que todos, indistintamente, possamos enfrentar a inevitável competitividade.

A inclusão de educandos deficientes, em salas ditas “normais”  é uma das polêmicas da Educação, um dos preconceitos por parte das escolas, e um dos grandes desafios surgidos com as transformações sociais, econômicas e políticas, vividas pela humanidade.

Tal prática, não é somente possível, mas necessária para que as escolas cumpram seu papel, de contribuir para a transformação de uma sociedade preconceituosa e excludente em locais onde todos possa exercer plenamente sua cidadania, independente de suas diferenças físicas ou mentais.

No mundo atual a rapidez dos acontecimentos e das informações nos mostra que a terra é de todos, independente das condições ou capacidades individuais. Nestes novos tempos, os direitos humanos exigem uma reorganização do sistema educacional, no sentido de ampliar e melhorar o acesso daqueles que muitas vezes ficam a margem do processo educativo. Para que tal ocorra é necessário mudar as atitudes e envolver toda a comunidade escolar.

Hoje os que possuem alguma dificuldade estão conquistando seu espaço  de direito, como pessoas não inferiores,  apenas  diferentes,  superando seus limites e abrindo portas ao mundo exterior o que proporcionará aos que lhes derem oportunidade e a eles próprios, uma alegria constante e sólida e um caminho para a realização pessoal.

As escolas que vencem o preconceito sabem que o mais importante é querer e aceita o desafio, e se envolve com amor  e dedicação. Nada há, mais gratificante que ouvir agradecimentos da família, vivenciar as alegrias da criança e compartilhar os avanços em que gradualmente se alcança.

Oportunidade indistinta de poder estudar, construir conhecimentos, é também buscar a paz. Escola deve ser instrumento de paz. Nunca o mundo precisou tanto de instrumentos de paz como agora.

 

Dia do Cérebro