quarta-feira, 12 de outubro de 2022
SER CRIANÇA...
segunda-feira, 21 de junho de 2021
CRIANÇA NOS SURPREENDE
sábado, 7 de novembro de 2020
A PERSISTÊNCIA E O INTERESSE DOS ALUNOS - AVALIAÇÃO
A persistência e o
interesse, na realização das atividades, são aspectos nos quais os estudantes,
desde pequenas, podem refletir. Após cada atividade os estudantes serão
incentivados a refletirem como foi o aproveitamento do tempo na realização da
tarefa, como foi o comportamento e as atitudes, o que poderia ter feito melhor
(que possibilidades perderam), etc.
Além da auto avaliação
oral, realizada a cada etapa do trabalho, os estudantes devem ser orientados no
sentido de analisarem suas atividades e atitudes procurando desenvolver a
autocrítica e colaborar para seu ajustamento
pessoal e social.
Habilidades geniais dos educandos que, muitas
vezes, apresentam outras dificuldades:
§
Excelente memória a longo prazo para experiências,
lugares e rostos
§
Expressão do pensamento com imagens e sentimentos
§
Facilidade de executar tarefas com ambas as mãos
§
Talento para artes, música, desenho, teatro,
esportes.
§
Intuição aguçada, curiosidade e perspicácia.
§
Dificuldades que podem estar
impedindo seu desenvolvimento harmoniosos
Na
fala:
§
Início tardio da fala
§
Frases gramaticalmente incorretas
§
Dificuldades de colocar o pensamento em palavras
§
Inversão de palavras. Ao invés de dizer: “A grama
verde” dizer: “Verde a grama”
§
Inabilidade para se concentrar e compreender o que
se ouve
§
Usa frases entrecortadas, balbucia quando está
estressado, não pronuncia direito,
palavras longas.
Dificuldades na escrita:
§
Dificuldade em formular uma sentença: frases
incompletas e incorreções gramaticais
§
Dificuldade de orientação espacial
§ Dificuldade de leitura:
§
Fraca memorização e compreensão precária
§
Problema na identificação dos pontos importantes de
uma estória
§
Confusão de palavras e dificuldades de assimilar
vocabulário novo
§ Dificuldade Lógico-Matemática:
§
Dificuldade em contagem
§
Imaturidade para abstrair
§
Dificuldade de fixar conceitos
§
Lentidão de raciocínio
Outras características do estudante que podem ser
observadas
|
Desenha bem |
É polido |
Gosta de ler |
|
É autoritário |
É prestativo |
Mostra entusiasmo |
|
É autossuficiente |
É sincero |
Possui estética (admira o belo) |
|
É bem aceito por todos |
É tímido |
Revela autoestima |
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É criativo |
É vaidoso |
Sabe poupar seu material |
|
É crítico |
Enturma-se facilmente |
Tem empatia |
|
É independente |
Fala bem |
Zela pelo seu material |
|
É ordeiro |
Gosta da natureza |
|
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
AUTO AVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES
É indispensável a auto avaliação dos estudantes, quando se pretende desenvolver a autonomia e o pensamento crítico. Esse procedimento é importante para a formação de pessoas criadoras, críticas e cooperativas. Para que os estudantes sintam-se comprometidos com a realização das atividades, estas serão previamente discutidas com eles, buscando-se a adesão e o comprometimento de cada um.
Assim,
definir padrões de qualidade, prazos, quantidade, juntamente com os estudantes,
conscientizando-os da importância da tarefa será o primeiro passo para uma
plena adesão objetivando alcançar o êxito pretendido.
Durante o planejamento das atividades o professor
analisará as seguintes situações limitadoras do desempenho de cada estudante;
capacidade individual, quantidade adequada de atividades, qualidade das
instalações e equipamentos, material adequado, método e técnica utilizados, e
outras, que podem intervir na qualidade da participação de cada estudante, para
que o acordo mútuo, entre educador e educando, seja firmado conforme o que cada
um pode dar de melhor.
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
AMBIENTE ESCOLAR
Proporcionar um ambiente sadio e acolhedor, estimulador e afetuoso, que
ofereça condições naturais e propícias ao desenvolvimento deve ser é a maior
preocupação da ESCOLA e, consequentemente, obrigação das pessoas que nela
trabalham.
Substituir
a chantagem emocional, as exigências sem sentido para o educando por motivação
e estimulação das inteligências, ajudá-lo a conhecer-se e administrar suas
emoções, pois motivação é um processo interno (ligado as necessidades e desejos
do indivíduo) que o leva a ação e o impulsiona a vencer desafios que surgem
quotidianamente.
A
motivação e a afetividade influenciam nossas atitudes, lembrando-se sempre de
que: experiências passadas influenciam tanto a percepção como a
motivação.
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
ESTIMULANDO AS INTELIGÊNCIAS
Tanto as
experiências físicas quanto afetivas influenciam no equilíbrio corporal, pois,
tanto o desenvolvimento neurológico quanto o muscular, dependem de algo muito
importante que o acione: o desejo que brota da afetividade, pois o ser humano é
movido pelo afeto. A afetividade do educador é diferente de atitudes
paternalistas e alienantes e excesso de assistência e orientação podem ser
perigosos.
É
inegável que a importância dos estímulos é muito grande, a companhia afável e o
respeito à individualidade é de enorme valor, um ambiente afetuoso e a riqueza
de estímulos são capazes de superar outras privações e atenuar suas consequências
emocionais.
§ Estimulando as inteligências
Se
o educador supre todas as dificuldades respondendo a todas as perguntas,
indicando as respostas, sem estimular à pesquisa a
análise e até a capacidade de lidar com fracassos pode estar estimulando o medo
de correr riscos, tão necessários, na
batalha para a concretização dos sonhos de uma pessoa, pois só
corre riscos quem acredita em si mesma.
Uma
das formas consideradas mais eficazes de estimular a interiorização é fazendo
perguntas,
respondendo com perguntas, aliás, foi um dos métodos usados por Jesus. E Jesus
sabia que os seres humanos possuem competências e potencialidades diferentes.
A educação deve contribuir, não só para o
desenvolvimento da inteligência, como, também, para a formação da
personalidade, da independência, da responsabilidade, da criatividade, do
pensamento crítico e do espírito de amizade e cooperação do ser humano. Assim,
o desenvolvimento integral e harmonioso da criança, alicerce da afetividade,
socialização e profissionalização, encontra, no período escolar, na interação
com outras crianças e adultos, oportunidade de cooperar, de competir, e, o que
acontece nos primeiros anos de vida influencia, ainda, o progresso, a frequência,
a permanência e o sucesso escolar e profissional.
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
CONHECENDO MELHOR AS CRIANÇAS
A
criança, especialmente período da Educação Infantil, encontra-se em uma fase em
que ocorrem mudanças contínuas e rápidas quanto ao seu desenvolvimento global.
Assim, o educador deve conhecer as etapas do processo evolutivo do educando,
como se processa o desenvolvimento motor, a linguagem, a socialização, e os
comportamentos típicos de cada idade, para utilizar métodos, técnicas e
procedimentos adequados.
A seguir, um
resumo da descrição de Maria Luiza Silveira Teles em seu livro: Uma Introdução
à Psicologia da Educação
Aspecto
emocional: por volta dos dois anos e meio a criança vive um “período de
oposição” que evidencia necessidade de afirmação e vontade de independência.
Demonstrando o desejo de auto afirmar-se, para tomar consciência de si mesmo,
opõe-se aos outros procurando impor a sua vontade.
Por
volta dos três anos o pequeno descobre sua auto identidade e a existência dos
diferentes sexos o que provoca profundas repercussões emocionais.
Na
segunda infância, de 3 a 7 anos, os fenômenos afetivos centrais são: o complexo
de Édipo (paixão pelo pai, mãe) e o complexo de Caim (ciúme entre irmãos)
Aspecto
Social: as primeiras amizades aparecem entre 2 a 5 anos, mas são casuais,
instáveis e passageiras. A criança não apresenta distinções nas brincadeiras e
amizades.
Aspecto
intelectual: entre nove e dez anos os interesses são mais duradouros, é capaz
de manter a atenção por mais tempo. Gosta de ler, tem preferência pelos mais
parecidos com ela. Preocupa-se pelas crenças, ideias e costumes dos outros.
Prefere ajustar-se aos padrões dos companheiros que aos dos adultos.
Somente o educador tem a felicidade de exercer uma profissão onde continua na infância, este período maravilhoso e especial, porque para orientar, tem que agir como a criança, falar como a criança e se colocar em seu lugar para entender como criança pensa.
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