segunda-feira, 21 de junho de 2021
CRIANÇA NOS SURPREENDE
quarta-feira, 5 de maio de 2021
COMUNICAÇÃO
sábado, 1 de maio de 2021
Explore a Língua Portuguesa
segunda-feira, 22 de março de 2021
O QUE DEVO COMUNICAR?
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
QUE SAIBAMOS RECEBER MENSAGENS
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
FALAR COM EXEMPLOS
Por
que o exemplo é tão importante?
O
ouvinte está em coligação com quem o ouve, especialmente, os que
são formadores de opinião pública por isso, têm um grande poder e uma
enorme responsabilidade. O seguidor deve sempre ter esperança, o influenciador deve confiar de
que ao lançar a semente uma ou muitas vezes, se regá-la
o quanto precisar, ela vai germinar... É responsável quem usar de influência quer
sejam positivas ou negativas para tornar as pessoas melhores: mais
acolhedoras, mais educadas, mais hospitaleiras... mais humanas!... As
oportunidades devem ser aproveitadas: além de falar, ir mais além: dar
testemunho com a própria vida, com atitudes e ações concretas. Assim,
naturalmente as pessoas irão perceber o que o impulsiona e inevitavelmente, o
imitará, pois as palavras podem mover enquanto os exemplos são capazes de
arrastar.
sábado, 7 de novembro de 2020
DESAFIANDO O ALUNO A PENSAR
Os fatos da
realidade física, biológica e sociocultural que nos cercam, são temas a serem
discutidos com os educandos. Quanto mais oportunidade de falar, ouvir e
experimentar fatos da natureza e da sociedade, mais a criança poderá elaborar
teorias e mais informações terá para agregar às suas. O ambiente da Escola deve
propiciar o contato da criança com fatos de diversas naturezas e a desafiar a
pensar sobre o que observa. Nas atividades educacionais propostas as crianças
devem observar fenômenos, levantar hipóteses, criar teorias explicativas e
concluírem sobre suas observações e as dos colegas, desenvolvendo a curiosidade
e a capacidade de observação.
Ouvindo as crianças, suas
crenças e teorias sobre o conhecimento empírico, o professor descobre as
informações que já possuem e como essas informações são organizadas.
A curiosidade é natural
nas crianças e a escola deve incentivar, de forma prazerosa e excitante, essa
relação com o conhecimento. Na interação com as crianças, as respostas não
devem ser induzidas. Se ocorrerem respostas erradas, tais respostas devem ser
transformadas em erros construtivos, fornecendo-se novos elementos para que a
criança reformule seu pensamento. As respostas certas devem ser contra
argumentadas para verificar a convicção da criança. O diálogo construtivo e as
perguntas ao ser incentivadas estimulam a construção e expressão do pensamento.
O material utilizado deve
ser diversificado e objetivar e propiciar uma investigação das crianças e as
perguntas devem exigir ligações entre o que já sabem e informações novas e
encorajá-los a serem ativos e curiosos, favorecendo a interação social.
domingo, 18 de outubro de 2020
PARA REFLETIR COM EDUCANDOS
A melhor forma de entender os adultos é conhecê-los. Será que conhecemos os que estão tão próximos de nós como pais, mães, educadores? Exemplos de perguntas a serem respondidas pelos estudantes e posteriormente checadas com a mãe, por exemplo:
§
Qual a cor que sua mãe mais gosta?
§
Qual o doce que sua mãe prefere?
§
Qual a comida predileta de sua mãe?
§
Sua mãe gosta de música? Qual a que mais gosta de
ouvir?
§
Qual a música que sua mãe gosta de cantar?
§
Onde sua mãe mais gosta de passear?
§
O que sua mãe detesta?
§
O que deixa sua mãe muito triste?
§
Quantos irmãos sua mãe tem ou teve?
§
Qual a cidade em que nasceu sua mãe?
§
Quantos Estados do Brasil sua mãe conhece?
§
Qual a viagem mais distante que sua mãe já fez?
§
Você sabe o nome de uma escola que sua mãe estudou?
§
Você sabe o nome de uma professora de sua mãe?
§
Qual o dia e mês em que sua mãe nasceu?
§
Qual o nome do hospital em que sua mãe nasceu?
§
Qual o nome de uma grande amiga de sua mãe?
§
Qual a flor que sua mãe acha linda?
§
Qual o trabalho que sua mãe faz com prazer?
§
Qual o local que sua mãe conhece que mais gostou?
§
Qual o animal que sua mãe mais gosta?
§
Qual o programa de Televisão que sua mãe mais gosta
de assistir?
§
Qual a roupa que sua mãe gosta de usar?
§
Qual o calçado que sua mãe gosta de usar?
§
Faça uma lista de, pelo
menos dez direitos da mãe. Ex.: Uma hora a mais de sono no domingo;
direito a se recusar a andar de skate, de
bicicleta, de patins;
desconsiderar viagens à Disneyworld e Beto Carrero;
retirar celular novo, discos da Madona e tênis Reebok da categoria de primeira
necessidade; direito de ignorar quais são os afluentes do Amazonas (ao menos os
da margem esquerda), de saber quantos ossos tem o corpo humano, de
saber Inglês, estando isento da
obrigação de ajudar no trabalho da escola;
direito de pedir informações quanto ao funcionamento do celular, do
computador, da
internet; se recusar ouvir músicas como Rap e outras
modernidades; direito de assistir ao noticiário na TV; direito
de exigir uma redução no volume do som, quando este ultrapassar novecentos
decibéis; direito de se recusar a juntar as roupas que os
filhos atiram no chão; direito de exigir a posição aproximada, em termos de
latitude e longitude, ao filho que passa mais de três horas sem aparecer em
casa; direito à ansiedade, à preocupação, ao júbilo e à ternura; direito aos
filhos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
A COMUNICAÇÃO NA ESCOLA
A Comunicação é a mais importante arma para a escola ter
sucesso. Para ela acontecer muitas são as atividades desenvolvidas.
Acolhida:
Quem vai à escola (visitantes,
clientes, empregados) deve ser bem acolhido, principalmente quando vai pela
primeira vez. É a mesma coisa que acontece quando se vai a uma loja ou a outra
instituição: sempre esperamos que nos recebam bem. Quanto mais na “Casa de
Educação”!
É tarefa de todos receberem bem as pessoas dentro e fora da
escola. Nada de artificialismo, de sorrisos forçados. Mas ser simpático e
atencioso com quem pede uma informação, ver se as pessoas estão bem acomodadas
etc.
Capacitações:
Os educadores são sedentos de
formação. A Direção pode colaborar na formação de todos, promovendo eventos
para capacitar, desenvolver ou aperfeiçoar sobre temas relacionados à
comunicação. Afinal, ninguém vive sem ela (a comunicação). Como falar em
público, Comunicação Pessoal e Grupal (como trabalhar com grupos), Comunicação
nos encontros, Acolhida, são apenas alguns exemplos de temas que a escola pode
oferecer para a equipe.
Mural:
Nada mais feio do um mural, exposto na parede da escola, abarrotada de cartazes
(uns até vencidos), avisos mal elaborados. Os educadores devem de atualizar os
murais, deixando-os bem apresentáveis, com informações atualizadas e objetivas.
Uma moldura bonita, fotos, um mural colorido (sem exageros) chama a atenção das
pessoas e desperta o interesse delas para a leitura.
Avisos:
O portão, na entrada e saída é um momento complicado para informações. As
pessoas reclamam, por terem que esperar até que alguém possa atendê-lo. Para
evitar às reclamações a escola deve montar um plantão na secretaria para
receber todos que aproveitam o momento. A secretaria deve redigir os avisos, de
forma objetiva, simples e com todas as informações necessárias. Exemplo: “Estão
abertas as inscrições para a o curso de... As inscrições podem ser feitas na
Secretaria de... a..., no horário das... às..., até o dia... de... Podem se
inscrever... que tenham, no mínimo, ...anos de idade”. Em quatro linhas, o
aviso foi dado com todas as informações básicas.
Divulgação:
Há muitas ações importantes acontecendo na escola. São ações realizadas pela
equipe técnica professores ou auxiliares e que, muitas vezes, ficam escondidas
na escola, além de eventos, como as festas, congressos, etc. Enfim, a vida da
escola nunca para.
Divulgar as ações e
eventos que acontecem é muito importante. Como e onde divulgar? Em primeiro
lugar, é necessário ter uma lista, atualizada, com endereços (telefones, fax,
e-mails e outras redes sociais) e nome dos responsáveis. Além disso, o contato
pela redação de Meios de Comunicação da cidade e/ou região. Lista na mão prepare
uma notícia, bem elaborada, com todas as informações. Daí, então, é só enviar. Lembrar
sempre de, no final da notícia, colocar o nome e o número do telefone das
pessoas responsáveis pela ação ou evento. Os Meios de Comunicação podem querer
mais detalhes sobre a notícia enviada.
Arquivo (Cliping):
Os meios de comunicação
estão sempre divulgando notícias que dizem respeito à educação. A escola deve manter
bem organizada tais notícias. A Internet é um local seguro para que permaneçam
as informações que interessam a escola: mensagens, textos, imagens... Está
livre de molhar, queimar, ser destruída, rasgada ou outras formas que se perca.
Pode ser acessada em todo o mundo.
Fotografia e vídeo:
O registro fotográfico e,
também, em vídeo, das principais ações é muito importante para a história da
escola. Por isso, é importante que a escola disponha de meios para registrar com
qualidade os principais fatos que acontecem.
Fotografias ou vídeo na
mão escolha as melhores fotos ou imagens e arquive em lugar seguro. Lembre-se
de colocar informações sobre o evento, a data, o local e o nome do fotógrafo ou
cinegrafista.
Boletim:
Muitas escolas gostam de divulgar suas ações por meio de um boletins.
Geralmente, os boletins são pequenos. Mais uma atividade da escola: planejar o
boletim, decidir o que vai ser publicado, buscar as informações, redigir,
diagramar e publicar.
Site:
Com o advento e desenvolvimento da internet, é interessante que a escola possua
um site, para divulgar sua história, suas ações, notícias, informações
diversas.
Estudo:
Nem só de boletins, avisos, murais, sites, vive a escola. Para que o trabalho
seja desenvolvido com profissionalismo, sem atropelos e improvisações, é
fundamental que toda a equipe da escola busque se capacitar, principalmente
para as tarefas a eles incumbidas. Mas, não basta se capacitar tecnicamente é
necessário, também, buscar a formação prática. Por isso, atualizações são muito
importantes para o fortalecimento e coesão da equipe.
Todas estas atividades
são possíveis de serem realizadas, porém três coisas são fundamentais:
planejar, executar e avaliar sempre!
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
A CAPACIDADE DE ESCUTA
·
Pronunciamos entre 100 e 150 palavras e temos
capacidade para ouvir de 250 a 500 palavras por minuto.
·
As pessoas estão sempre interrompendo os outros,
tirando conclusões apressadas, agindo dispersivamente.
·
Gastamos mais tempo pensando no que iremos dizer do
que a escutar o que o outro tem a dizer.
·
Quando nosso interesse é pouco nos desligamos da
conversa.
·
Desconforto, ruídos, falta de privacidade,
distrações visuais, cansaço... influenciam negativamente nossa capacidade de
escutar.
·
O significado das coisas está em cada um de nós.
Costumes, crenças, preconceitos, experiências, expectativas... peneiram o que
ouvimos.
·
Quem é tímido preocupa-se muito mais com o que vão
dizer dela do que a mensagem do que diz, com o que está realmente dizendo ou
querendo dizer.
·
Pensamos que somos superiores aos outros. Isto
impede de darmos valor ao que os outros nos comunicam.
Para escutar bem:
·
Só posso ouvir se estiver calado.
·
Quem comunica precisa de tempo para dizer o que tem
a dizer. A interrupção é prejudicial.
·
Se necessitar de esclarecimento para melhor
entendimento é necessário perguntar.
·
Para entender é necessário focalizar a atenção na
mensagem.
·
Olhar para o comunicador nos ajuda a entender.
·
Argumente quando quiser para que se lembre do que
quer dizer, do seu ponto de vista. Isto clareara a mensagem e poderá reduzir
tensões e hostilidades.
·
Atitudes e reações emocionais são mais importantes
do que o que está sendo dito.
·
Se “bater de frente” com o outro ele poderá esconder
ideias, emoções e atitudes.
·
Frequentemente fazemos uma imagem de quem está
comunicando. O que ele diz muitas vezes fica em segundo plano. Percebemos mais
pela ideia que fazemos dele.
·
Falar se inserindo, admitindo problemas e dificuldades,
poderá esclarecer o assunto e criar um relaxamento emocional.
·
Insira perguntas nas mensagens, perceber as coisas
inclui presente e futuro e ajuda a se ocupar com o que quer ao invés do
indesejável.
A VIOLÊNCIA COMO RESULTADO DE IGNORAR A ESCUTA
A sociedade que deixa de escutar é marcada pela depressão, pelo estresse e pela violência. Nos espaços onde as pessoas estão mais denegadas, ignoradas em seus direitos básicos de seres humanos, que deixam de serem escutadas, isoladas, é onde mais se verifica violência. O ser humano que não tem o direito de comunicar respeitado, que não é reconhecida como pessoa, na sua individualidade e identidade, acaba manifestando a insatisfação que isso traz, através de explosões emocionais: em casa, no trabalho, na revolta inexplicável contra os outros, na vontade de fazer qualquer coisa agressiva para dizer “estou aqui, leve-me em consideração”.
É impossível viver sem se comunicar. Comunicar é
informar na esperança de influenciar comportamentos.
Estratégias comunicacionais:
·
Reformulação – dar outra formulação a algo dito (sinônimos,
metáforas).
·
Ré enquadrar, re-contextualizar – entender o que se
comunica sob outro contexto ou situação.
·
Conotação positiva – ressaltar o positivo das
situações ou partes.
·
Externalização – busca a “coisificação” do problema
e a “descoisificação” das pessoas.
No momento atual quando forçosamente as aulas
passaram a ser on-line, a necessidade de escutar os educando é crucial para a eficiência
e efetividade da construção do conhecimento. Adaptado do texto
de: Francisco Morais - Natal-RN
terça-feira, 6 de outubro de 2020
A GANÂNCIA PELO DIZER
Há uma pressa, no comportamento das pessoas, em dizer sem escutar. No máximo, param de falar enquanto o interlocutor está dizendo alguma coisa, mas, muitas vezes, sem a intenção de escutá-lo, de compreender o que ele está dizendo. A relação, nesses casos, fica como se fosse um paralelo de comunicados que não conseguem convergir para um verdadeiro diálogo. São dois monólogos, na verdade. A ganância pelo dizer é semelhante à gula: uma compulsão incontrolável pelo monopólio do dizer, roubando o direito do outro que perece por falta de chances.
A ganância pelo dizer
gera a cultura da não escuta, como se o mundo estivesse cheio de fanáticos
tagarelas, surdos para os outros, num grande burburinho de paranoicos a gritar
suas mensagens na vias públicas. O individualismo exacerbado forjado pela
urbanidade crescente é o acionador desses comportamentos fechados, aonde as
pessoas vão se tornando ilhas, isoladas, criando cães, gatos e outros animais,
como se estes estivessem mais sensíveis à escuta e à amizade dos homens e
mulheres, do que os próprios seres humanos. Outras vezes, tenta preencher o
vazio da comunicação humana, a ausência de humanidade nas relações, pela
relação direta com os meios. O computador, a televisão e outros meios de massa,
tornam-se quase as únicas companhias de tantos. Resultado: eles, apenas, enviam
mensagens, mas não escutam. O professor sabe que mesmo a internet, oferece uma
possibilidade de interlocução maior. Mesmo assim, não se pode tocar o outro,
sentir suas expressões, por causa da interferência fria da máquina. Adaptado do texto de Francisco Morais - Natal-RN
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
PERSONALISMO E STATUS DO COMUNICADOR
Além do tecnicismo limitante, o comunicador do modelo aristotélico de comunicação, vigente em nossa sociedade, é um excêntrico. Coloca-se como centro do processo, como emissor, de quem partem as mensagens/ comunicados, e para quem devem retornar resultados favoráveis aos seus objetivos particulares. Muitos fazem do meio de comunicação um instrumento de promoção pessoal e, inclusive, ascenção política? Utilizam o meio em função de si mesmos, com a única pretensão de se tornarem estrelas, ídolos e beneficiários de um modelo de comunicação fetichista. Quantos de nós, em nossas profissões, enveredamos por este caminho? Quantos apontam o outro, acusando-o, quando, na verdade, cultiva-o em suas pequenas atitudes? O professor é um grande comunicador seja qual for a forma utilizada. A maior importância da comunicação do professor é a do estímulo, por parte do emissor, do conhecimento/capacidade do receptor e a busca de formas motivacionais para orientar com efetividade a construção do conhecimento. Adaptado do texto de Francisco Morais - Natal-RN
domingo, 4 de outubro de 2020
TECNICISMO E DESCOMPROMISSO SOCIAL DO COMUNICADOR
Esse modelo gera um
tipo de comunicador voltado, meramente, para as técnicas e as tecnologias
midiáticas, ignorando a função social e cidadã da comunicação. Sabe operar,
eficientemente, os equipamentos, produzir boas matérias adequadas às linguagens
de cada meio e às recomendações dos manuais de redação, mas, quase sempre,
preocupados, somente, com o “ibope” do meio e a possibilidade de lucro. Procedendo
assim, omitem-se a usar os meios de comunicação como instrumentos importantes
para fazer a pessoa se sentir gente, resgatando-a da massa, na sua identidade
pessoal e cultural, estimulando-a a mobilização por uma melhor qualidade de
vida, através da formação de grupos, associações e outros mecanismos de
controle social etc. Muitos, mesmo quando explicitam esse propósito, adotam
práticas contraditórias. Assim são muitas rádios ditas “comunitárias”. Nestes
tempos de ensino a distância o professor deve ter muito cuidado para que os
estudantes se sintam motivados e gostem das aulas on-line sentindo que está
sendo tratado com individualidade. Adaptado do texto
de Francisco Morais - Natal-RN
sábado, 3 de outubro de 2020
COMUNICAÇÃO REDUZIDA À INFORMAÇÃO
O paradigma que considera o meio como fim reduz o conceito de comunicação ao de informação, como mercadoria de compra e venda, numa sociedade sedenta pelo consumo. Monopolizar o meio e o processo de produção de informações significa garantir poder e lucro, para poucas pessoas e/ou pequenos grupos, na sociedade vigente. O modelo de comunicação prevalecente, no contexto atual, é, portanto, reprodução da estrutura e do funcionamento da sociedade excludente e errante, na qual vivemos. É preciso cuidado, pois, muitas vezes, esse paradigma aparece nas nossas mentalidades quando planejamos nossas ações. Sem que percebamos, acabamos assumindo e reproduzindo aquilo que deveríamos repudiar. Em especial as crianças são influenciadas pelos meios de comunicação que, muitas vezes são manipulados fazendo delas alvo fácil e indefeso, pois na maioria das vezes são vulneráveis pelo o que é exibido através dos meios de comunicação, pois como seres em formação tem dificuldade de distinguir de fato o que é bom para ser absorvido. Muitas vezes o que é considerado como bons costumes e comportamentos que nem sempre são passados de maneira positiva. Adaptado do texto de Francisco Morais - Natal-RN
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Por que teatro? Porque é uma das mais extraordinárias formas de construir conhecimentos de fixar saberes. Os missionários católicos já usav...
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22/04 - Dia Internacional da mãe Terra “A terra não pertence ao homem; o homem pertence a terra estão ligadas como o sangue que une uma fam...




