segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
FRASES SOBRE A COPA
SOU TORCEDOR POR E PELA NATUREZA – CONQUISTAR A COPA SEM PERDER A TERRA - A TERRA INTEIRA É UM ESTÁDIO – O MAIOR GOL É DEFENDER AVIDA – OLHOS NA COPA E ATITUDES ECOLÓGICAS – A COPA E A TERRA SÃO NOSSAS – EMOÇÃO COM A COPA E AMOR A NATUREZA – ACATAR AS REGRAS DO FUTEBOL E AS LEIS DA NATUREZA – O JUIZ É JUSTO COMO A NATUREZA – O ESTÁDIO É COMO A NATUREZA JAMAIS VAZIOS – DIFERENTE DOS ESTÁDIOS A TERRA É PARA TODOS – TORCEDOR PELO FUTEBOL E PELO MUNDO – MUITA TORCIDA E MUITO ECO - NO FUTEBOL COMO NA NATUREZA É PRECISO AGIR – OS JOGADORES COMO OS SERES DA TERRA DEPENDEM DO APOIO MÚTUO – ESTENDA AO MUNDO O QUE DESEJA PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA
FRASES SOBRE A COPA
FULECO SIGNIFICA FUTEBOL E ECOLOGIA
SOU TORCEDOR POR E PELA NATUREZA
CONQUISTAR A COPA SEM PERDER A TERRA
A TERRA INTEIRA É UM ESTÁDIO
O MAIOR GOL É DEFENDER A VIDA
OLHOS NA COPA E ATITUDES ECOLÓGICAS
A COPA E A TERRA SÃO NOSSAS
EMOÇÃO COM A COPA E AMOR COM A NATUREZA
ACATAR AS REGRAS DO FUTEBOL E AS LEIS DA NATUREZA
O JUIZ É JUSTO COMO A NATUREZA
O ESTÁDIO É COMO A NATUREZA JAMAIS VAZIOS
DIFERENTE DOS ESTÁDIOS A TERRA É PARA TODOS
TORCEDOR PELO FUTEBOL E PELO MUNDO
MUITA TORCIDA E MUITO ECO
NO FUTEBOL COMO NA NATUREZA É PRECISO AGIR
OS JOGADORES COMO OS SERES DA TERRA DEPENDEM DO APOIO MÚTUO
ESTENDA AO MUNDO O QUE DESEJA PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
ECOLOGIA SAGRADA – POR UM EVENTO SUSTENTÁVEL
A realidade, mais que nunca, está nos assustando, a Terra está demonstrando estar muito enferma. Suas doenças parecem muito sérias. Podemos ver ou sentir na pele, ouvir e ver pelos meios de comunicação a consequência da degradação ambiental.
O precioso líquido da vida, nossa irmã, a água, tem causado transtornos e mortes para milhares de seres. Muitos morrem por problemas causados pelas enchentes e aos sobreviventes falta água potável, o mar avança terra adentro cobrindo praias e até moradias, animais e vegetais são vitimados, furacões, queimadas. Falta alimento, proliferam doenças, migrações são forçadas. Se continuar, será um desequilíbrio irreversível que poderá terminar em aniquilamento total da humanidade.
No entanto, o desperdício é gigantesco. O que me levou a Associação JACOMINESP a pensar no assunto, escrever e postar esse artigo é a realidade que vimos observando. Poucos vêm agindo para ajudar no prolongamento da vida em nossa mãe terra. No momento em que deveríamos juntar esforços podemos observar em um dos segmentos da sociedade, as ações dos cristãos, carecem de maior atenção a questão.
Os escritos que para os cristãos são a Palavra de Deus orientam para a conservação e promoção da vida. Assim para viver a espiritualidade cristã que conforme (Boff, 1993, p. 138): “Espiritualidade significa viver segundo a dinâmica profunda da vida. Ela revela um lado exterior como conjunto de relações que concernem ao outro como homem-mulher, a sociedade e a natureza, produzindo solidariedade, respeito às diferenças, reciprocidade e sentido de complementação a partir dos outros.”
Quando o povo de Deus iniciou o êxodo buscando a dignidade e a liberdade a natureza esteve ao lado dele. As pragas, o Mar Vermelho, o deserto, a nuvem todos foram solidários. A terra foi adotada como dádiva de Deus, comum a todos. As codornas e o maná, surgidos naturalmente foram distribuídos irmãmente e a natureza fonte da solução, foi respeitada.
De acordo com Boff dentro de cada um de nós existe um Homo Daemon, capaz de destruição e de morte, existe também o Homo sapiens, capaz de reconstruir as condições para um mundo solidário e a natureza responderá. Deus garante uma natureza abençoada: “A árvore do campo dará o seu fruto, e a terra produzirá a sua safra…” (Ez 34,25.27). Se a terra mãe chora e geme todos os seus habitantes sofrem as consequências. É responsabilidade de todos e de cada um tomar iniciativas que promovam a dignidade da natureza. Esta é a grande esperança, pois todos, habitamos a mesma casa, formamos um só corpo onde um sofre, todos sofrem.
Porém a realidade esta longe de refletir esta preocupação. Os caminhos existem e são de conhecimento da maioria que ainda falta conscientizar verdadeiramente desta necessidade. A primeira porta onde todos precisam entrar é a de redução do consumo. Um exemplo de crueldade cometida contra a natureza é aquele cometido por encontros religiosos que gastam milhares para promovê-los e ao término depositam no lixo cartazes, restos de papéis diversos, flores artificiais, TNTs, restos de colas, velas, cestos, latas e outros. No encontro seguinte compram e confeccionam tudo novamente.
Imagino quanto bem traz um encontro desses. Evangelização, conversão, reavivamento, renascimento, aumento da confiança motivação e autoestima, curas e outros. No entanto, o ato de “jogar fora”, alias, fora de que? É uma constante. O lixo continua na casa comum de todos nós. As sobras somente são retiradas da proximidade de quem as descarta, mas voltam em formas que causam sofrimento: poluição que causam doenças, entupimentos que causam enchentes, são exemplos.
A natureza já está exausta demorando muito para conseguir recuperar tantos descartáveis. Vejamos alguns exemplos: o que chamamos de TNT (tecido não tecido) feito de Polipropileno, igualmente os sacos plásticos, necessita para decomposição até 400 anos, latas até 500 anos. O plástico, além da demora em decompor quando jogado em lixões e aterros, a camada impermeável que forma prejudica a decomposição dos materiais biologicamente degradáveis, resultando em proliferação de seres indesejáveis e efeitos danosos ao solo e à nossa saúde.
A Associação JACOMINESP, que luta por um novo céu e uma nova terra, tem recolhido alguns destes descartes reutilizando-os. É gratificante presenciar a alegria de pessoas recebendo enfeites, brinquedos e utilitários feitos com reaproveitáveis. Ao confeccioná-los a satisfação parece maior ainda. Uma simples Árvore de Natal, confeccionada com rolinhos, provoca expressões como: “É a primeira Árvore de Natal que vou ter em minha casa!” Anexamos foto de parte de material recolhido e crianças de uma escola e dos assistidos pelos vicentinos reaproveitando-os.
Entendemos que o respeito a natureza, e a consideração com toda a criação, é o apreço com a nossa própria casa. Sabemos da necessidade de disseminar experiências e informações. Assim, aos que interessarem em sugestões para eventos mais sustentáveis, elaboramos algumas a seguir.
Evento sustentável?
O termo sustentável é amplo. Nossa definição é a constante do Relatório Nosso Futuro Comum, apresentado numa assembleia geral da Organização das Nações Unidas: "o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades".
Empregaremos sustentabilidade ecológica relacionada à limitação do uso de recursos naturais, ainda sem possibilidade de renovação, e a redução do uso de recursos renováveis e de tudo que consumimos, respeitando a capacidade de produção e o tempo de decomposição naturais. Para tanto há de se limitar o consumo e valorizar os produtos.
Sobre sustentabilidade é fundamental o constante da Agenda 21, preparada durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento. Conforme definição do Ministério do Meio Ambiente, (www.mma.gov.br) a Agenda 21 é “um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica”.
Realmente precisamos?
Desta forma é importante refletir: - é possível recusar ou, pelo menos diminuir o uso desnecessário: exemplo: sacolas (usar sacolas reutilizáveis), optar por materiais duráveis ou pelo menos reduzir os descartáveis: ex.: copos (um por dia).
O que eu posso reutilizar?
Em todos os aspectos da vida humana podemos pensar em reutilização: sacolas plásticas, envelopes velhos, jornais... Doar ou vender objetos pessoais roupas, móveis, bijuterias, brinquedos. Restringindo a compra reduz os resíduos. Diminuição do consumo de água e energia. Reciclar (recolocar no ciclo) transformar usados, sem utilização em outros artigos (incentiva a curiosidade e estimula a criatividade) impedindo o desperdício de materiais potencialmente úteis. Embora seja uma pequena trilha para o caminho da sustentabilidade conserva recursos naturais escassos e poluentes.
Importante refletir quanto a sustentabilidade cultural: contrabalançar tradição cultural e inovações. Repensar hábitos, valorizar tradições. Também, a sustentabilidade econômica: visar o equilíbrio macrossocial, e não somente a lucratividade. Viver a verdadeira democracia respeitando os direitos humanos com coesão social pautada na cooperação, na precaução que previne mudanças globais negativas incluindo todas as dimensões da vida humana numa união diferente da simples soma de cada uma.
Sustentabilidade nos eventos
Um evento possui várias etapas desde constituição do grupo coordenador até a limpeza do local após a realização. Inicia-se com o planejamento detalhado, aplica-se o planejado e avalia-se como um todo.
É importante que o primeiro passo, compor a comissão organizadora, seja com pessoas de várias áreas e diferentes perfis e experiências que facilitam inovações. Todos devem primar pelos princípios éticos, pela união, o que já colabora para a sustentabilidade geral do evento.
Atuações sugeridas:
Apresentar o assunto sustentabilidade para a organização do evento.
Utilizar para esclarecimento (sites, artigos, cartilhas);
Definir responsabilidades incluindo um responsável pela sustentabilidade que terá liberdade para apresentar sugestões a todos;
Escolher o local dando importância ao aspecto paisagístico como arborização que melhora o conforto térmico local;
Compartilhar os princípios e medidas da prática de sustentabilidade, com os candidatos a patrocinadores e com os participantes;
Ao realizar a divulgação e as inscrições praticar e mencionar que haverá minimização do desperdício utilizando o mínimo de material impresso solicitando, por exemplo, que passe adiante o panfleto recebido após sua leitura ou o devolva, para redução do lixo;
Divulgar em locais públicos, reuniões, filas, outros eventos, e-mails, solicitar que os que possuem divulguem em seus sites, o que será menos impactante quanto ao consumo e poluição;
Realizar inscrições on line facilitam e evitam a geração de resíduos;
Imprimir materiais promocionais em papel reutilizado ou reciclado, usar frente-e-verso, enviar por e-mail,
Elaborar um cartaz ou projetar a programação durante o evento evitando impressões;
Comunicar a sustentabilidade e cumprir os itens planejados;
Possibilitar a participação dos portadores de necessidades e dos que não possuem recursos para saldar as taxas de inscrição;
Recomendar atitudes que diminuam os impactos socioambientais quanto ao uso de água e energia elétrica (descarga, chuveiro, limpeza), colocar lembretes recomendando aos participantes para que fechem bem as torneiras, se for o caso, e que desliguem aparelhos quando sem uso;
Incentivar a minimização do consumo de materiais;
Regular o ar condicionado sem esfriar demasiado;
Usar o máximo a iluminação natural, reutilizar água da chuva, aproveitar fontes de energia alternativa como sol e vento e, muito importante, após o término guardar ou doar os resíduos sólidos que pode de alguma forma, ser reaproveitado;
Atenção na escolha dos materiais a serem utilizados no evento, desde materiais descartáveis para alimentos, preferindo os duráveis e, se o uso dos descartáveis for decidido como a melhor escolha optar pela utilização de materiais biodegradáveis e recicláveis, evitando os não recicláveis, Para bebidas quentes, como café ou chá, a recomendação é utilizar utensílios de vidro ou cerâmica, ao invés dos de plástico, uma vez que há pesquisas que defendem que o plástico, quando aquecido, libera xenoestrogênio, um composto que pode ser cancerígeno embora ainda existam incertezas a melhor opção pode ser prevenir. Também kits para decoração e para os participantes apresenta ligação direta com produção de resíduos e uso de recursos duráveis ou reaproveitáveis são escolhas que cooperam com a sustentabilidade do evento.
Outras propostas:
dependendo do número de participantes podem ser propostas dinâmicas para conhecimento ao invés de confeccionar um crachá para cada um. Se necessário a utilização de crachás, que tal dispor materiais reutilizáveis para que cada um utilize a criatividade e faça o seu. Também os nomes podem ser impressos em papel e colocados dentro saquinhos, capas de plástico duráveis/reutilizáveis, que devolvidos ao término serão reutilizados nos próximos encontros.
Outro exemplo, é distribuição de caneta e papel aos participantes no kit de participação. Os inscritos são avisados para que traga caneta e papel, se necessário, esclarecendo que esta é uma medida visando maior sustentabilidade. Para evitar transtornos aos que esquecerem preparar alguns para serem fornecidos sendo que pode ser blocos com papeis com um dos lados já utilizado. Pode ainda, caso seja imprescindível, adquirir os materiais por meio de doações em papelarias quando o doador poderá aproveitar para divulgação da empresa ou adquiri-los em comércio justo ou empreendimentos de economia solidária.
No caso de presentes e kits aos palestrantes (camisetas, canecas, sacolas retornáveis...), optar, sempre que possível, por aqueles que usam materiais reutilizáveis e/ou reciclados o que demonstra responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.
No caso da decoração que tal selecionar itens naturais, como plantas vivas, ou confeccionar, por exemplo, flores com PET que certamente durarão séculos. Ambas podem ser presenteadas aos participantes no final.
Incentivar o uso de transporte coletivo e sistema de “carona solidária”, pois o uso excessivo de transporte próprio é responsável por uma grande parcela dos impactos socioambientais ligados ao evento além de causar transtornos como o estresse nos congestionamentos e consequentes atrasos. A carona pode ser viabilizada por meio da criação de uma lista de e-mails ou de um quadro de recados em um site, por exemplo.
Na alimentação as opções vegetarianas e/ou veganas (direito dos animais) podem ser oferecidas no evento para que ele se torne acessível, a pessoas que são impedidas ou que desejam evitar o consumo de carnes. A escolha dos alimentos mais ideal são os alimentos de época e produzidos localmente. Evitar os transgênicos, cuja utilização é questionável quanto aos prejuízos a saúde. Sempre que possível comprar atacado e evitar embalagens desnecessárias. Evitar sachês de açúcar e sal que podem ser substituídos por potes.
No caso da limpeza do evento, priorizar produtos com base na “química verde”, pois muitos produtos são considerados carcinogênicos com toxinas. Usar os de princípio ativo e de origem natural, como por exemplo desinfetantes e germicidas à base de óleo de citronela que também são repelentes. No caso de sabões, os derivados de óleo vegetal e sebo são menos prejudiciais ao ambiente, degradando mais rapidamente oferecendo maior segurança e evitando maior poluição.
Estas propostas, além de aumentar a acessibilidade diminui o que é denominado a Pegada Ecológica do evento que Segundo Wackernagel e Rees (1996), é uma ferramenta de cálculo que permite estimar as necessidades de consumo de recursos naturais e a produção de resíduos de uma população ou economia, como superfície de um ecossistema necessária para manter uma população.
Definir anteriormente o destino dos resíduos, incluindo coleta seletiva, Acondicionar os resíduos recicláveis em sacos diferenciados dos usados para lixo biodegradável que armazenados em sacos de lixo pretos, destinados à coleta de lixo comum.
Na avaliação, verifica-se o grau de sustentabilidade para que os próximos eventos sejam cada vez mais sustentáveis. Avaliar todos estes itens com ênfase se houve desperdícios de alimentos e de materiais.
Sugestões quanto aos restos
Definir os tipos de coletores de acordo com o destino de cada material. A definição nos coletores pode ser: recicláveis, compostáveis (biodegradáveis usados para compostagem) e os inservíveis para estes destinos (fraldas, absorventes, papel higiênico, guardanapos...) que podem definidos na lixeira como rejeitados ou, pelo menos separar os recicláveis.
Usar para tanto informações em cartazes, por exemplo, quais materiais são recicláveis:
Plásticos: embalagens em geral, sacos plásticos, vasilhas, potes de alimentos, garrafas
Metais: latas de alumínio e aço, embalagens tipo marmitex limpas, fios, arames, pregos e chapas;
Vidros: garrafas, recipientes de alimentos, produtos de limpeza, vidros não contaminados, cacos protegidos;
Papel: revistas, jornais, folhas sulfite, impressos em geral, papelão;
Outros: embalagens longa vida.
Compostáveis: Cascas, folhas e restos de frutas, verduras, legumes, hortaliças e cereais, borra de café, cascas de ovos, pão, arroz, massa, sacos de chá, restos de comida cozida, serragem, aparas de madeira, palha, grama seca.
Materiais não recicláveis ou de difícil reciclagem: copos descartáveis de plástico, papel carbono e plastificado, isopor, plástico aluminizado (de embalagem de salgadinho, bolacha, chocolate, barra de cereal, refresco em pó etc); espelhos e vidros planos, esponjas de aço, cerâmicas e porcelana, espumas, lenços e guardanapos de papel usados, papel higiênico, fraldas descartáveis (confirmar junto a uma cooperativa de recicláveis).
Materiais desaconselhados para compostagem: gordura, óleo, (também há entidades que os reaproveitam, um exemplo é a associação ICA que funciona no Parque das Meninas em Samambaia e a associação JACOMINESP – QSA 18, Casa 09, Taguatinga, que recebe e usa em pequena escala, além de carne, plantas doentes, leite e derivados, fezes de animais de estimação.
Doar os reaproveitáveis, recicláveis a entidades como cooperativas.
Que tal tentar neutralizar, pelo menos parte da emissão de carbono, impacto contribui para o aumento do efeito estufa causado pelas ações humanas. Como planejar ações de compensação pela poluição ocasionada? Os tópicos citados envolvem emissões de carbono, melhorando-os com as sugestões, certamente diminui-se a emissão do carbono.
Criticas, sugestões e comentários só auxiliará na melhoria destes escritos.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Aproveitando retalhos
Meus baús já estava tão cheios de retalhos que nem fechavam mais. Foi aí que resolvi aproveitá-los confeccionando algo útil. Minha colega Cida me deu lindas tulipas feitas com retalhos, resolvi fazer um vaso para elas. Em uma roda de bicicleta sem os raios fiz amarração com raios de barbantes e teci com tiras de malhas puxando bem. Quando retirei cortando e amarrando os cordões o vaso estava formado. Separei os retalhos e confeccionei vários tapetes para o bazar dos vicentinos. Até mesmo almofadinhas que eram usadas nos ombros viraram corações e faixas coloridas foram trançadas e se transformaram em tapetes. Minha prima Regina também trouxe algumas peças de crochê algumas prontas e outras iniciadas e restos de linhas. Terminei as peças, tapetes e colchas e os vendi em prol dos assistidos pelos vicentinos.







Natal ecológico
A época do Natal nos proporciona momentos de reflexão. É uma oportunidade de pensarmos na preservação da mãe terra. É uma das épocas em que se desperdiça muito alimento e se gera mais lixo que o habitual. O foco maior é no consumo exagerado quando muitos gastam além de suas possibilidades e, nem sempre o que se ganha é algo útil necessário, muitas vezes é de pouca durabilidade, de qualidade duvidosa e até nocivo à saúde. Além de oferecer presentes úteis e necessários é possível reduzir as embalagens, usar refis e aproveitar restos e embalagens. É época também para doar o que estiver sem ser utilizado. Este ano reaproveitei e reutilizei também para os enfeites. Meu foco foi nos retalhos fiz uma árvore de Natal com fuxicos e guirlandas com bolas de isopor, bolas plásticas e até de desodorantes cobertas com retalhos e enfeitadas com estrelinhas cortadas de embalagens de tetra pak. 

sexta-feira, 24 de maio de 2013
O HUMOR NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO
No que se refere ao ser humano, o lúdico está sempre presente. A partir do nascimento, o aprender se divertindo, as atividades que despertam o prazer ocorrem. O adentramento neste mundo, a captação e a compreensão do meio que vai ocorrendo através da luz e dos sons, serão mais efetivas, se houverem imagens e fenômenos acústicos prazerosos, motivadores.
Como educadora por mais de quarenta anos e mãe pude observar, que nas primeiras semanas de vida, um recém-nascido já segue com o olhar o movimento de um objeto e consegue distinguir o rosto de sua mãe, de sua família ou de quem dele cuida, em meio a outros. Seu relacionamento, sua comunicação por sinais e símbolos vai sendo iniciada.
Aproximadamente dos dois aos seis anos a explosão de conhecimentos que vai adquirindo, o entendimento que vai obtendo depende da forma que a vida vai naturalmente proporcionando. A fantasia, o jogo e brincadeira são naturais e facilitadores. Tudo que o adulto considera importante e básico na formação vai sendo inserido na elocução das crianças e, para tanto precisa ser ativa, rica em simbologia, sons, movimentos, relacionados ao lúdico e alegre, com brincadeiras que use a linguagem das crianças, o que ela mais reconhece.
Os projetos mais efetivos e eficazes são os que, por meio do lúdico, de dinâmicas e vivências, de brincadeiras infantis – saudáveis e apropriadas, música, desenhos e nos moldes de linguagens adequadas a elas.
No trabalho com adultos em encontros e palestras pude observar que a grande maioria, gosta e compreende melhor os assuntos que são trabalhados com atividades, lúdicas e engraçadas. Daí a conclusão de que a Pedagogia da alegria é de fato eficiente e eficaz tornando os encontros animados, incentivando a espontaneidade, motivando os participantes a continuarem, evitando a indiferença, omissão, faltas e o abandono do evento.
segunda-feira, 18 de março de 2013
PARTICIPANDO DE UMA EXCURSÃO ANÓDINA
PARTICIPANDO DE UMA EXCURSÃO ANÓDINA
Em nossa cultura onde existem jovens que são capazes de comentar que um local está “infestado de velhas”, somente quem está na condição de “idosa”, “terceira idade”, “melhor idade”, “mais vivida”, “anciã”, “senil”, “caduca”... ou seja lá como for que seja chamada é capaz de saber como é a sensação de envelhecer em nossa sociedade.
Hoje senti na pele o descaso com que somos tratadas, citando algumas ocorrências: minha tia me convidou para participarmos de uma excursão a Trindade em Goiás. Liguei para o telefone que consta da fixa de divulgação na Frente da Paróquia São Pedro e falei algumas vezes com alguém. Uma das coisas que pedi a ele, mais de uma vez, é que fossemos sentadas, uma, ao lado da outra. Achei justa a reinvindicação e entendi que a solicitação seria atendida.
Qual foi minha surpresa quando ao embarcar no local por ele indicado esclareci meu pedido e obtive de um senhor, rusticamente a resposta de que “isso não”... Ao esclarecer que era o combinado obtive do sujeito, que nem se apresentou, a resposta com ironia “tem muito lugar ai dentro.” Ao entrarmos somente havia dois lugares bem próximos ao sanitário que exalava um odor horrível que provocou em mim até dor de cabeça e enjoo. Para melhorar, foi levantada a abertura do teto do ônibus e um friozinho do amanhecer penetrou em meus ossos... Um pouco mais suportável que fedor... Dali também, mesmo fechado, ocorreu de gotejar água da chuva em meu rosto na volta...
Ao chegarmos ao destino o indivíduo que nos recebera como se estivéssemos atrapalhando, começou a avisar algo da entrada do ônibus e lhe fiz sinal de que estava sem ouvir. Ele se aproximou e avisou do horário em que deveríamos estar de volta ao veículo. Sem conhecer a cidade, perguntei como seria o almoço e o referido que eu gostaria de poder chamar de “camarada”, com sarcasmo, repetiu o horário em que deveríamos estar de volta. Começamos a andar meio “aturdidas” perguntando aos que imaginávamos pudessem informar com mais educação onde ficavam os locais que necessitávamos como WC, restaurantes... Subimos escadas com a respiração entrecortada e difícil, por efeito do cansaço e das dores (além de seis fraturas, quatro na coluna, tenho mais nove diagnósticos de problemas ósseos) “o esqueleto em que habito cobra-me todo o tempo” e, somente depois que descemos com dificuldade novamente escadas, descobrimos que havia rampas... Seria bem melhor que o tal senhor do Bus pudesse nos ter fornecido as informações... Se desejasse, claro, que nós como clientes além de voltar divulgassemos que a empresa presta serviços de qualidade...
Bem, tenho ideia diferente de que é uma excursão ou do fornecimento de qualquer produto ou serviço. Vou publicar após estes escritos parte um texto que escrevi para um concurso de uma revista denominada “escol@.com” que também ganhei, foi publicado, sem eu nunca ter recebido, e que uso em eventos de desenvolvimento e aperfeiçoamento que promovo quando acrescento exemplos como este de hoje.
Pensas que acabou?... O pior foi que na chegada (também sou quase cega de um olho e uso doze e meio graus no outro) quando percebi que havia passado do local onde embarcamos fui questionar e o referido sujeito dizia insistentemente que havia avisado quando passamos do outro lado de duas pistas muito movimentadas do local onde embarcamos. O que deveria fazer o papel de guia pode ter falado várias vezes, mas lá das imediações da “latrina” ficamos sem ouvir.
O motorista que também deixou de se apresentar sugeriu que permanecêssemos no coletivo até que chegasse ao terminal quando ele poderia voltar, calculando que seria após uma hora. Eu já havia ligado em minha residência e era esperada onde embarcamos sem condições de comunicação com quem aguardava. Tanto tempo deixaria meu carona atribulado e poderia até se dirigir a estrada de onde vimos. Assim fomos deixadas em local pouco conhecido, e, já se passava das vinte horas, alguns quilômetros depois...
Cansadas, doloridas e evidentemente chateadas começamos a sinalizar a todos os coletivos que passavam voltando, perguntando se iria para a Rodoviária, local onde embarcamos, até que conseguimos retornar.
Ainda, nenhum recibo ou nota fiscal nos foi fornecido. Será que, se por desventura, ocorresse uma fatalidade, como um desastre, estaríamos seguras de sermos apoiadas e de termos nossos diretos garantidos??? “Falha nossa” que deixamos de exigir...
O QUE É QUALIDADE DE ENSINO
Qualidade de ensino é a totalidade dos aspectos e das características dos serviços educacionais atuais ou futuros capazes de satisfazer as necessidades implícitas ou explicitas de toda a comunidade escolar. Na prática, é a conquista e a manutenção dos clientes internos e externos por meio da superação de suas expectativas.
Uma análise entre o tipo de escola que temos e a escola que queremos questionando a finalidade da escola, ou seja, para quem e porque ela existe, certamente, teremos conclusões que nos levarão a um arranque em direção a um novo caminhar educacional, com mudanças radicais.
Os verdadeiros protagonistas dos sistemas educacionais são os educandos e os educadores. A profissão de educador difere de muitas outras profissões que podem ser substituídas pela robótica, que executa o trabalho físico ou pelo computador que desempenha programas lógicos. Estamos na era do conhecimento e do professor se exige: dinamismo, criatividade e que tenham novas ideias além de ser necessário extrapolar suas atividades e vir a ser um consulente, a ponto de ter empatia com o seu círculo de educandos, pais e equipe.
As instituições educacionais podem na busca da qualidade, ou seja, de propostas concretas para a melhoria em todos os aspectos, trazer para o setor, técnicas bem sucedidas em outras áreas as quais, devem ser discutidas e aceitas pelos envolvidos. Se tal ocorrer, mesmo com a existência de muitos problemas, entre os quais a eterna falta de recursos e consequente baixos salários dos profissionais, certamente, acarretará uma mudança de atitudes com a substituição de velhos e arraigados paradigmas que não condizem mais com a realidade atual.
Muitas vezes, um belo e adequado prédio com ar condicionado, computadores, móveis apropriados por si só não são suficientes para garantir a qualidade. Ainda, do ponto de vista de qualidade muitos educadores esperam materiais prontos, caros, sofisticados e duráveis para utilização em suas atividades diárias. Desta forma perdem uma excelente oportunidade de tornarem suas aulas atraentes e divertidas, de trabalharem materiais tão bons e mais valiosos para educação, quanto os de ultima geração. Com eles as crianças podem ser desafiadas a fazerem experimentações e a desenvolverem a capacidade de concentração, pois estimulam a criatividade e aguçam a curiosidade. Trata-se das sucatas cuja utilização é uma estratégia válida na medida em que se insere em todo o processo como uma filosofia educacional amplamente discutida e objetivo claramente delineado.
Assim, a sucata não deve ser manuseada de maneira aleatória, o professor deve compreender toda a amplitude de seus objetivos, pois o procedimento de se jogar tudo fora (não há uma lixeira fora da terra) é transferido pelo educando para todas as situações da vida As palavras, as pessoas, também podem ser jogadas fora. O mais velho já está ultrapassado, já pode morrer. O idoso deixa de receber respeito e atenção dos mais jovens.
Em uma época em que se consideram os eletrônicos responsáveis por trazer sonhos prontos, estereotipar a criatividade, desestimular a imaginação e robotizar comportamentos, a utilização na educação da sucata, com sua riqueza em cores, formas, tamanhos, diversidade de materiais, constitui, certamente, um dos procedimentos mais motivadores e extremamente válidos na construção do conhecimento.
No entanto, em matéria de qualidade, não existem receitas a serem copiadas com propostas pedagógicas prontas e acabadas. O primeiro passo é definir as prioridades e metas para que a escola, a comunidade e cada um em particular, interiorizem e pactuem com o compromisso individual de trabalhar com os princípios e as bases da qualidade, pois, qualidade deve ser trabalhada diuturnamente, sem tréguas, demandando tempo para que se introduza uma nova mentalidade, especialmente, de administração nas escolas, que se inicia com a conscientização e motivação de todos, certos de que a eficiência poderá se reverter em melhoria contínua, inclusive, em benefícios salariais para os trabalhadores do setor.
A seguir registro situações concretas que me ocorreram para reflexão dos leitores quanto à situação atual da qualidade em nossas escolas.
Como todo mundo sou uma cliente de escola que no primeiro contato, me desanimam.
Tento obter informações por telefone, mas a maioria não informa o que pergunto, principalmente, quanto à proposta pedagógica e ao valor da anuidade.
Resolvo visitar aquelas que estão localizadas próximas de minha nova residência.
Aproximo do portão de uma delas em busca de informações. O porteiro me atende com uma cara desanimada e aguarda que eu lhe dirija a palavra.
- Gostaria de falar com a Diretora.
- Tem hora marcada?
- Não. Mas gostaria de falar com ela.
- É só com ela?
Ainda, que a escola pareça ser a que eu procurava para meus filhos, minha vontade é sair dali o mais rápido possível. A forma de atendimento do porteiro e a provável altivez da Diretora desanima qualquer mãe de aluno. Mesmo assim insisto em falar com ela que vem me atender do lado de fora do portão:.
- Pois não.
Sentindo-me uma intrusa como se estivesse sendo considerada perigosa viro as costas e saio.
Tento uma segunda escola. Dirijo-me a secretaria onde duas pessoas conversam. Nenhuma delas me olha ou vem me atender. Desconfiada, interrompo a conversa e peço informação. Uma delas me atende demonstrando falta de interesse. Se eu queria matricular meus filhos, aquela sensação de descaso me faz desistir. Agradeço e saio.
Faço uma nova tentativa em uma terceira escola. Há um mural com informações. Resolvo ver se oferecem o que eu procuro. Uma moça insistente vem falar comigo e procura a todo custo me convencer que esta é a melhor escola da cidade. Não me dá chance de perguntar e eu desisto.
Recordei-me de quando meus filhos eram bebês e tive que fazer a mesma “via crucis” para encontrar uma creche com a qual me simpatizasse...
Como tinha que decidir, resolvi procurar mais uma escola. Quem sabe tenho sorte...
Na Secretaria fui prontamente atendida e obtive as informações desejadas... Até que enfim... Preenchi uma série de papéis, pensando que havia informações desnecessárias e que tanto documento poderia ser condensado em uns dois apenas..., assinei umas cinco vezes, e fui informada que deveria trazer outras cópias autenticadas. - Que absurdo! O original estava junto. Quando retirei o talão de cheques me pediram para preencher nova ficha... Alguém da Direção veio, olhou, examinou, analisou, conferiu, perguntou e..., finalmente, liberou o cheque.
Ao voltar para casa, comecei a recordar das inúmeras dificuldades enfrentadas com relação a atendimento:
- Inúmeras idas de meu marido ao Ministério, para obter guia do convênio médico, cada vez que meu sogro ou minha sogra necessita consulta ou exame e enfrenta dificuldades para autorização de internações.
- Filas imensas para comprar, para pagar, para almoçar, para entrar em cinemas, para entrar em ônibus...
- Compras de importados de péssima qualidade até mesmo sem condições de uso...
- Inúmeros profissionais que não tinham condições de executar o serviço a que se propusera, não chegaram na hora, não terminavam o serviço, não retornaram quando prometeram... receberam e deram calote...
Será que estou exagerando? Penso que não... Cada um de nós poderia descrever muitas outras situações ou coisas piores que acontecem diariamente.
O cliente é tratado com descaso, por tantas empresas... Como se eles atrapalhassem os planos... Como se os seus desejos e direitos complicassem tudo!
Estudiosos que analisam as causas de sucesso de empresas bem sucedidas encontraram alguns pontos básicos;
• Qualquer empresa deve ser obcecada pelo bom atendimento ao cliente, inclusive antecipando as suas necessidades e desejos. O cliente satisfeito é a garantia do futuro da empresa é sua maior propaganda;
• O oferecimento do produto ou serviço específico para cada cliente de acordo com seus desejos o satisfaz para que ele volte a procurar a empresa por toda a vida, sendo leal pela confiabilidade. É a chave de sucesso para a expansão.
• Empresas dispostas até mesmo, a ações dispendiosas para manter a excelência do atendimento e da qualidade, estão “a longo prazo” reforçando o êxito e gerando maior lucro. Riscos, para melhor atendimento ao cliente, são partes da estratégia da empresa, altamente compensadores.
• Outro ponto observado é a importância de se ouvir o usuário. Só ele pode dizer o que quer o que não funciona e o que deve ser mudado. As opiniões dos clientes e o comprometimento com o que eles querem, com suas reclamações e sugestões é a garantia de grande parte do sucesso e do prestígio.
Concluindo, um atendimento perfeito, com ampla assistência, buscando resolver problemas e atendendo sugestões, são formulas e atitudes para o sucesso de qualquer empresa em qualquer ramo de atividade e, mais ainda, no campo educacional.
Maria Rosa de Siqueira – Idealizadora e fundadora, como sócia majoritária, da Escola NOVO CAMINHAR e do Instituto Paz e Vida – EQNP 22/26, Área especial “G” - P Sul – Ceilândia-DF.
sábado, 22 de dezembro de 2012
BRINQUEDOS COM REAPROVEITÁVEIS - CRIATIVIDADE E RESPEITO À NATUREZA
E comum ouvir dos ambientalistas que as modificações realizadas pelo homem•no ambiente natural vêm ocasionando alterações danosas comprometendo a qualidade de vida e ameaçando seu prosseguimento na Terra
É imprescindível e necessário que todos envidemos esforços que objetivem entender e compreender os processos de influência mútua homem/meio ambiente e alargar o conhecimento dos padrões de intercâmbio homem/natureza natural/cultural
As abordagens do caráter social do meio ambiente uma visão globalizante multi trans e interdisciplinar a dependência intrínseca do homem com o meio ambiente a relação integrada componente curricular/escola/meio/comunidade necessitam agrupar a entendimento metodológico de trabalho escolar notadamente prevenir o desperdício decorrido da utilização incorreta ou incompleta de bens ou recursos naturais gerados pela falta de planejamento e estimulado pela massificação do consumo que produz bens descartáveis e embalagens sem retorno. Há ainda a obsolescência programada dos bens que busca reduzir deliberadamente sua vida útil para aumentar o consumo ou mesmo, o envelhecimento planejado deliberadamente por setores da indústria que visam unicamente o lucro imediato esquecendo-se que tais atitudes podem causar prejuízos para toda a humanidade.
O trabalho da escola deve levar a busca de atividades inventivas que incentivem a criatividade do ser humano seja fator de economia valorize e como conseqüência preserve o meio ambiente
A Ecologia o Meio Ambiente e a Educação Ambiental pode ser o eixo norteador dos Temas Transversais ser prática em todas as disciplinas regulares estendendo-se a todas as atividades extraclasse extracurriculares e as demais atividades especialmente à capacitação qualificação atualização aperfeiçoamento desenvolvimento e reciclagem profissional dos educadores
Além disso há algo simples de fácil obtenção e de um valor inestimável no processo educativo Trata-se do aproveitamento de materiais que além de todas as vantagens age na forma de pensar e agir de que tudo pode ser reaproveitado tem utilidade assim como o ciclo natural da vida como o que acontece na cadeia alimentar
Fazer seu próprio brinquedo, brincar com algo feito de materiais reaproveitáveis gera um misterioso encantamento nas crianças. A experiência tem mostrado até mesmo a preferência por tais instrumentos lúdicos artesanais, ao invés dos produzidos em fábricas.
Foi com tal intenção que além da oficina de arte-educação com reaproveitáveis, fabricamos vários utilitários e jogos para serem distribuídos como presentes de Natal.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
A FLOR
Na minha infância havia na janela da cozinha
Um vaso bucólico com a folha simplesinha
Eu aguardava com ansiedade, todo o tempo, as chuvas torrentes
Que traziam o desabrochar de flores aromáticas e misteriosas, intermitentes
Agora aos sessenta, ganho da vizinha um belíssimo presente
Uma flor vistosa, branca, imaculada, translúcida, que deslumbra a gente
Estava em uma água fria, quase gélida, fabulosa
Olhei para ela, enigmática, um espetáculo, maravilhosa
Quando me viu inebriada com a flor encantadora
Imagem inesquecível, deslumbrante e sedutora
Explicou que aquele espetáculo, a natureza determinava
Um mistério que só em noites solitárias detonava
A eminência do enigma ela veio me lembrar
Com minha câmera em punho, fui até lá registrar
Entre nove horas e dez da noite vi a flor desabrolhar
Pude em fotos registrar a ação natural que me fez maravilhar
Incapaz de desvendar a charada e o poder
Tanta beleza e brilho levam esta flor esconder
Quem pode este segredo elucidar?
Alguém pode o mistério desta flor desvendar?
Por se tratar as vizinhas de uma dupla excelente
Lembrei-me frases sagradas que a Bíblia traz pra gente
Os fatos que olhos não viram, nem ouvidos escutaram
Foi Deus que preparou para os que o amam, pois nem corações penetraram.
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