segunda-feira, 2 de novembro de 2026

2 11 Dia de Finados

Que resta dos falecidos? Quem morreu virou luz se fez o bem, se iluminou a vida de alguém, se deu esperança, sua lembrança traz boas recordações: orientação, ensinamento, que são presentes eternos. O fogo é forte, mas a água apaga o fogo; A água é forte, mas o vento espalha a água; O vento é forte, mas a montanha divide o vento; A montanha é forte, mas o homem abate os animais, derruba a vegetação, extrai minerais (arruína) a montanha; O homem é forte, mas a morte vence o homem; A morte é forte, mas Cristo venceu a morte! (Texto adaptado) Sobre o livro: A MORTE É UM DIA QUE VALE A PENA VIVER Ótima indicação para profissionais de saúde, pessoas que estão vivendo processos de luto, cuidadores e cuidadoras, enfim, todas as pessoas que desejem conectar a partir da experiência prática e sensível de Ana Cláudia. Um livro para quem deseja e esteja disposto a reflexão acerca da vida que tem levado e de como deseja melhorá-la. Deus nos livre de sermos zumbis existenciais sem conexão com os outros, nem consigo mesmo. Já enterraram suas dimensões emocional, familiar, social e espiritual. O que deveria nos assustar é a possibilidade de chegarmos ao fim da vida sem aproveitá-la, sem usarmos nosso tempo da maneira que gostaríamos. Somos levados a repensar nossa própria existência e a oferecer às pessoas ao redor a oportunidade de viverem bem até o dia da partida. Importante o questionamento de como gastamos o tempo? O que estamos fazendo com o tempo que está passando? Ana fala sobre a vida e sobre a importância de sermos protagonistas de nossa história e vivermos uma vida com sentido. Que possamos pensar em ser um humano melhor no hoje, viver aquilo que nos completa e que nos faz bem. As pessoas pensam que são eternas. Segundo a autora, “por causa dessa ilusão, levam a vida de modo irresponsável, sem compromisso com o bom, o belo e o verdadeiro, distanciadas da própria essência”. O livro ressalta a importância do autocuidado para que possamos cuidar de outras pessoas. Podemos morrer muito antes de chegar o dia da nossa morte quando deixamos de cuidar de nós, quando só existimos sem pensarmos no que faz sentido para a nossa existência e no que realmente gostamos de fazer. Morremos antes da morte quando nos abandonamos. Morremos a cada dia que vivemos privados dessa consciência. “Talvez o jeito mais fácil de viver bem seria incorporar no nosso dia estas cinco nuances da existência: demonstrar afeto, permitir-se estar com os amigos, fazer-se feliz, fazer as próprias escolhas, trabalhar com algo que faça sentido no seu tempo de vida, sem ser só no tempo de trabalhar. Sem arrependimentos” Passamos muito tempo da vida em grande sofrimento quando perdemos bens, pessoas, realidades, sonhos. Esperança e movimento. Essas talvez sejam as palavras que o livro busca nos trazer. Afinal, precisamos cultivar a esperança dentro de nós para enfrentar as adversidades que um dia virão. Acreditar que a vida vale a pena ser vivida. Movimento porque precisamos fazer algo com a nossa vida a partir de hoje, a partir de agora. Escrevam no meu túmulo: Um caminho para a evolução da criatura: a EDUCAÇÃO.

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