Iniciar a Educação
Ambiental trabalhando com oficinas de arte educação com sucatas é o primeiro
passo, é o lançamento da
semente para conscientização do estudante de que reduzir o lixo na natureza irá
reduzir a poluição e de que o ser humano é capaz de intervir na realidade para
transformá-la.
É possível na
escola utilizar a Educação Ambiental como eixo norteador da Preparação Básica
para o Trabalho e da Parte Diversificada, dos Temas
Transversais tais como: Pluralidade Cultural, Cidadania e Ética, Saúde, Educação para o Trânsito
e que pode ser integrada a todos os componentes curriculares.
Com sucatas é
possível construir maquetes e miniaturas, confeccionar
brinquedos, bijuterias, enfeites, utilitários, trabalhar projetos de empreendedorismo, como cooperativas, pequenas fábricas como excelentes oportunidades de Preparação para o
Trabalho; construir
instrumentos musicais para formar uma bandinha, fantasias para
apresentações em datas comemorativas, especialmente
representando o folclore que funcionarão como fixação e análise da diversidade
cultural: étnica, linguística, religiosa, cultural, dos usos e costumes típicos e tradicionais de locais ou comunidades
diversas.
Os trabalhos
comuns nas oficinas de criatividade são oportunidades de tolerância, respeito, trabalhando a
socialização, os direitos e
deveres e a vida em comunidade especialmente a igualdade de direitos, a participação, o sentido da
convivência humana e suas relações da vida social com respeito mútuo, diálogo e solidariedade.
A preservação da
natureza com o reaproveitamento de materiais que iriam permanecer longos
períodos na natureza, poluindo o solo, as fontes hídricas, se jogados fora, a importância de evitar a poluição sonora e do ar para preservação da
saúde encontram no trabalho com sucatas uma rica fonte de informações.
A educação para o
trânsito encontra no trabalho com sucatas uma enorme fonte de inspiração
podendo-se construir modelos de placas, reprodução de
veículos, maquetes do
trânsito.
Evitar a poluição
é um aspecto inerente a qualidade de vida de cada um e de todos os seus
semelhantes. Assim, a ação adequada, o espírito de disciplina, a liberdade usada de forma racional para
melhoria, a dignidade e a
responsabilidade pelos seus atos, a colaboração em
substituição ao egoísmo, o respeito à
natureza, ao patrimônio e à
memória da nação, tão importantes para a humanização do homem e da sociedade, vão acontecendo, brotam
naturalmente, quando se
trabalha a educação ambiental que vai impregnando a inteligência e o coração como
uma misteriosa ligação de pai/mãe para filho, saciando uma fome
íntima e misteriosa e que se espalha como a ramificação de uma teimosa
trepadeira que aumenta e quer aparecer.
A sucata manuseada de maneira aleatória, sem a devida conscientização de
sua importância torna-se inoperante, o professor deve compreender toda a amplitude
de seus objetivos, pois o procedimento de se jogar tudo fora (e a lixeira é a terra) é
transferido pelo educando para todas as situações da vida: as palavras, as
pessoas, também podem ser jogadas fora; o mais velho já está ultrapassado, já pode
morrer; o idoso deixa de receber respeito e atenção dos mais jovens.
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